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Marina desfrutando de um bom lanche, logo após ofender o fotógrafo (Foto: Gabriel Moura)

Marina desfrutando de um bom lanche, logo após ofender o fotógrafo (Foto: Gabriel Moura)

Não se assuste com o título! Não foi defeito do site ou algo assim. É apenas uma forma de trazer a você, leitor, no que consiste o vocabulário da pessoa cujo perfil será tratado nesse texto, a minha querida colega Marina Sil… opa, Marina Aragão.

Marina desfrutando de um bom lanche, logo após ofender o fotógrafo (Foto: Gabriel Moura)

Marina desfrutando de um bom lanche, logo após ofender o fotógrafo (Foto: Gabriel Moura)

 

Eu lembro a época que o Correio de Futuro começou (saudades) e que eu não sabia quem era quem ali. Enquanto o grupo não se conhecia direito, Marina só andava com sua inseparável amiga Larissinha, belíssima amizade essa que existe há quatro anos e que posso confessar: ganhou meu respeito. Marina xinga e fala mal de Larissinha o tempo todo, e vice versa, mas não é difícil perceber que elas se amam e se completam.

Aliás, se Marina te xinga ou te ameaça, isso é um ótimo sinal. Segundo ela, é sua forma  de demonstrar carinho com quem ela gosta, enquanto que com as pessoas que não gosta ela simplesmente ignora a existência. E se você tiver uma certa proximidade com Marina, basta encará-la uns três segundos, que quando ela perceber vai largar a sua clássica frase: “Tá olhando o quê? Quer sair de murro é?”. Num primeiro instante ela fala isso de cara fechada, mas em questão de segundos termina a frase com um sorriso no rosto

Nossa querida Marininha é uma das futuras que já vai se formar. Com seu estágio paralelo no Ministério Público Federal, conseguia fazer seus malabarismos para se dedicar com excelência aos dois estágios, no CORREIO e no Ministério Público Federal. Apaixonada por futebol e flamenguista, Marina quer ser jornalista esportiva, e a presença de uma pessoa como ela num ambiente machista e dominado ainda por homens é bastante válido e a torna uma pessoa ainda mais admirável.

Marina não gosta muito de crianças e nem tem muita paciência com elas. Até por isso evitou ser minha dupla na confecção do produto do Correio de Futuro, no qual fiquei responsável por uma pauta protagonizada por crianças. Na verdade ela não gosta tanto assim de pessoas em geral. É fácil vê-la revirando os olhos porque uma pessoa qualquer está enchendo o saco ou querendo vender uma flor de plástico que não interessa a nenhum de nós.

Fato é que Marina é uma pessoa que se faz presente. Foi a única dos futuros a comprar o ingresso em tempo para o Baile da Santinha (temos o caso Larissinha, que é contado no perfil dela) após meu convite, além de ter sido minha dupla de jogo no dia em que nossa turma saiu (com um instrutor do São Jogue na turma temos que aproveitar, não é mesmo?). Mesmo formada, consegue ser “abestalhada” igual a todos os outros futuros, e passar esse período empurrando essa pessoa que vos escreve em qualquer lugar para que eu me esbarrasse em algum objeto pela Rede Bahia. Marina pode ser um exemplo daquela frase “menos é mais”. Não precisou de muita coisa para cativar a todos os seus colegas de Correio de Futuro. Bastou uma meia dúzia de xingamentos e a alegria e risadas no dia a dia.