Virei cult!

Virei cult!

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Vamos para mais um sábado, hein, galera! Essas semanas têm passado rápido demais! Inclusive, por falar em passar rápido, terça-feira, dia 18, completou um mês que nós fomos, oficialmente, coroados “futuros”. Ó que massa! Mas, enfim… vamos para o resumão da semana.

Estive nas duas editorias que tenho menos afinidade: Cultura e Bazar. Mas fui de coração aberto, claro! Todas as experiências são extremamente enriquecedoras, inclusive as que não dão tão certo assim. Mas, no meu caso, deu super certo.

Segunda e terça estive em cultura e, pela primeira vez, saiu uma matéria no jornal impresso com o meu nominho! Pensem na felicidade da pessoa… A editora Ana Pereira me passou algumas notinhas e matérias sobre eventos que aconteceriam aqui em Salvador, organizados por pessoas importantes na cidade. Inclusive, acompanhei uma das repórteres no “Os 6 tenores”, evento que reuniu seis dos maiores publicitários do Brasil. O encontro, organizado por Licia Fabio Produções, teve o intuito de debater inovações, desafios e perspectivas na área de atuação deles. Experiência super nova para mim também.  

Quarta e quinta fiquei no Bazar e, de certa forma, ainda estou, pois não concluí a minha incumbência (não por negligência rs!, mas porque estou me dividindo com outras atividades na redação). O editor, Victor Villarpando, me passou uma pauta (não posso revelar para não dar spoiler), em que precisava falar com algumas pessoas na orla à noite. Pois bem. Fui para o Farol da Barra perto das 19h para conversar com esse pessoal.

Deu tudo certo, mas acho que eu vou morrer jornalista e nunca vou perder o constrangimento (que hoje já consigo esconder com mais facilidade) de abordar alguém “do nada”. “Ossos” do ofício, não é mesmo? rs Não sei se tem uma receita para superar isso, mas sempre penso que o “não” eu já tenho e que, se a pessoa me tratar mal, a gente segue o baile e parte pra outra. Simplesmente, me apresento, sorrio (quando a pauta permite) e abordo com o máximo de educação possível para criar um clima de empatia com a fonte – mas nada muito forçado porque fica feio.

A propósito, eu gosto da diversidade de temáticas e pautas que o Correio de Futuro nos proporciona – privilégio que os estagiários comuns não têm. Se fosse por vontade própria, eu não iria escolher sair para uma pauta na orla à noite. Mas o programa lança pra gente essas surpresas e avisa que fazer jornalismo não é reportar o que gostamos o tempo todo. E eu acho ótimo. Desafios são sempre bem-vindos e enriquecedores. Gratidão, CORREIO!