“Temos que mudar todos os dias para acompanhar a dinâmica do jornalismo”, diz editor executivo do CORREIO

“Temos que mudar todos os dias para acompanhar a dinâmica do jornalismo”, diz editor executivo do CORREIO

Oscar Valporto durante cerimônia

Kivia Souza | Redação CORREIO
kivia.souza@redebahia.com.br

Para ilustrar a importância de ser criativo e inovador, Oscar Valporto, editor executivo do CORREIO foi direto. Levou para o auditório da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Ufba) uma breve apresentação da evolução do jornal impresso, atual líder de mercado, e do site Correio24horas que mudou do layout até a forma de tratar a notícia.

“Temos que mudar todos os dias para acompanhar a dinâmica do jornalismo. E a gente quer aproveitar o debate que será gerado e a energia que será produzida por esse grupo”, disse Valporto, se referindo aos dez alunos selecionados da Ufba que farão parte do projeto, pioneiro na Bahia, voltado para vivência do jornalismo entre a academia e o mercado de trabalho.

Durante o lançamento oficial do Programa Jornalismo de Futuro, a reitora da UFBA, professora Dora Leal Rosa, frizou o marco para a instituição ao ingressar em um projeto que favorece a educação e formação dos estudantes da instituição.

“É um programa inovador, que representa avanço para os nossos estudantes. Acredito que essa parceria será exitosa e trará bons frutos ao abrir para nossos alunos e professores essa convivência de transformação”, disse.

Para Valporto, esse projeto era uma necessidade do momento em que se vive a comunicação. “Espero que possamos experimentar novas coisas e que esse projeto me surpreenda e gere produtos criativos. É isso o que o CORREIO quer aqui na Bahia, trazer coisas novas”, completou Valporto.

Além de alunos e professores da instituição, estiveram presentes no lançamento do programa o coordenador do curso de Comunicação Social da Ufba, Giovandro Ferreira e a diretora de Recursos Humanos da Rede Bahia Marisilvia Costa, que também participou do processo de seleção dos estudantes.

“A gente começa sem saber onde vai dar, mas a gente chega lá. Não é só um estágio, mas um exercício de produção conjunta. Um laboratório de inovação”, completa Marisilvia.