O período de imersão do programa se propõe a mostrar aos ‘futuros’ um pouco sobre como funciona cada parte do jornal. Na segunda-feira, você pode ficar em Economia e, no dia seguinte, acompanhar a cobertura fotográfica de uma reportagem para a editoria de Cidade, para depois conhecer sobre a Coluna Telma Alvarenga. Assim, aos poucos, cumpre-se a proposta.
No primeiro dia, existem as editorias com as quais você parece mais se identificar e você torce para que sejam as primeiras. Não são. Esse é o melhor para descobrir que, realmente, em cada cantinho do jornal há coisa para aprender.
E não são lindas as descobertas? A cada nova matéria, com um assunto completamente diferente, aumenta a paixão por essa profissão tão diversa. Mesmo dentro de uma única editoria, o repórter se depara com as mais diferentes coberturas. Por mais parecidas que possam ser algumas pautas, todo história tem sua especificidade e é única.
É disso que eu gosto. Escolhi jornalismo pra fugir do escritório, da blusa obrigatoriamente social, de conversar sempre com as mesmas pessoas, ter que enfrentar as mesmas dificuldades.
O período de imersão é um encontro com as suas preferências e desgostos dentro da profissão, mas, principalmente, uma afirmação do quanto somos – e precisamos ser – camaleões.