Imagine um repórter. Qual característica do profissional de comunicação é mais marcante?
Eu tenho uma aposta! A seriedade. Quando pensamos em um repórter, não imaginamos que o mesmo entre em uma transmissão ao vivo com uma roupa desarrumada, fale gírias e, muito menos, chore ou ria por conta de uma notícia. Os fatos jornalísticos são contados por um narrador onipresente e não narrador-personagem.
O porquê disso? É necessário passar credibilidade, imparcialidade.
Mas e quando a emoção escapa? Ou ocorre um momento de distração? Perde-se a seriedade, mas ganha-se empatia?
Separei cinco vídeos, de muitos disponíveis na internet, para mostrar momentos em que algum repórter ou âncora não conseguiu ficar, digamos assim, tão centrado: