
O futuro não é construído somente por respostas. Na verdade, são as nossas indagações que nos levam aos fatos que estão por vir. Perguntar é sair do comodismo, do prático, é dar impulso para ir. Seja aonde for.
Desde o início da seleção, dividida em três etapas, para a 10ª Turma do Programa Correio de Futuro, passeamos por uma série de perguntas, a primeira delas – “Por que quero participar do programa Correio de Futuro?” – foi, à primeira vista, fácil. Em até 20 linhas teríamos que, no bom baianês, vender o nosso peixe. E ele foi comprado.
Segunda etapa e uma coletiva de imprensa como prova. Ali, já éramos jornalistas. Exercemos o jornalismo que, até então, só havíamos experimentado na faculdade, o das teorias, artigos e ensinamentos dos professores. Na coletiva assumimos o papel de questionar, de apurar, de exercer o tal “faro jornalístico” para produzir um texto reportagem.
Como última fase do processo seletivo passamos a ser entrevistados. Quatros mulheres e um turbilhão de perguntas. Barbara, Maria, Linda e Lidiane, as responsáveis no garimpo dos candidatos, nos inquietaram com mais indagações. Nenhuma das interrogações foram por acaso e elas escolheram os dez estudantes: Alessandra, Maria, Matheus, Milena, Oemeson, Roberto, Tailane, Tássio, Vinicius, Yasmin. Daqui assumimos então o papel “de futuros” que somos. Nos bloquinhos de anotações milhares de questionamentos. Quais perguntas conduzirão aos jornalistas que queremos ser?
Por agora, vamos responder um pouco sobre quem somos nós…
Alessandra Oliveira, 19 anos, 4º semestre da Facom/Ufba – “Escolhi a profissão de jornalista para cumprir meu singelo sonho de melhorar a vida das pessoas através da comunicação, principalmente daquelas que não têm acesso fácil à informação. Coincidentemente, estudar jornalismo me transformou como pessoa e profissional desde que saí de casa, em Feira de Santana, para morar na capital, em março de 2014. Agora, com 19 anos e responsabilidades nas costas, tenho duas certezas: sou apaixonada por comunicação (tanto virtual quanto face a face) e pelas pessoas.”
Maria Landeiro, 19 anos, 3º semestre da Facom/Ufba – “Minhas grandes paixões na vida são a moda, a história (história do mundo, história que a gente aprendeu no colégio, a sua história e a do cara da rua também) e o teatro, além de ser uma grande amante das artes em geral. Desde que ingressei no Movimento Empresa Júnior, o empreendedorismo também passou a fazer parte da minha vida. Hoje sempre trago minhas paixões para o universo empreendedor. Acredito que cabeças diferentes e novos pensamentos são sempre bem-vindos.” Facebook | Instagram | Snapchat @mariablandeiro
Matheus Buranelli, 24 anos, 5º semestre da Facom/Ufba – “Costumo dizer que estudo Comunicação e, logo em seguida, explico que Jornalismo é o mesmo curso. Tenho particular interesse por fotografia, diagramação e jornalismo cultural, mas estou de coração aberto para outras formas de produzir sentido. Gosto muito de lidar com todo o tipo de pessoa (e outras espécies também) e coleciono novas experiências como se fossem moedas.”
Milena Teixeira, 20 anos, 5º semestre da Facom/Ufba – “Moro em Lauro de Freitas com minha família e, como boa aquariana, a palavra que me define é a comunicação. Talvez seja por isso que, desde o Ensino Médio, eu já sabia o que queria para o meu futuro. Aos 17 anos, ingressei na faculdade com turbilhões de expectativas e medos. Costumo falar que o jornalismo me escolheu. Gosto de contar histórias e a cada dia que passa me apaixono mais pela ideia de comunicar.
Oemeson Araújo, 24 anos, 8º semestre da FSBA – “Soteropolitano de coração, optei cursar jornalismo para ficar mais próximo da minha maior paixão, que é falar de esportes (do futebol ao tênis de mesa). Não à toa que o meu TCC será sobre o esporte como estratégia de emancipação e a importância dos projetos sociais na vida de jovens carentes de Salvador. Além do esporte, também fico ligado nas novas tecnologias e mídias digitais, pois, afinal de contas, o jornalista tem que ficar sempre conectado a tudo que acontece em sua volta.” Facebook | Twitter | Instagram | Blog
Roberto Paim, 24 anos, 8º semestre da Faculdade Anísio Teixeira – “De Feira de Santana, sou o terceiro dos oito filhos de Rosângela. Vi no jornalismo a opção de nunca ser um profissional estático. O jornalista, a cada pauta, desbrava um mundo diverso e (re)conta realidades. Gosto de gente e das suas histórias. Me vejo como um jornalista em formação. Em formação sempre.” Facebook | Instagram | Twitter | Snapchat @robertpaim
Tailane Muniz, 25 anos, 4° semestre da Unime – “Tenho o coração partido em quatro: cinema, jornalismo, Corinthians e Los Hermanos – a ordem pode variar um pouco. Não sei nada sobre signos, mas tenho orgulho de ser canceriana. Escrevo roteiros que sonho tirar do papel. Quero trabalhar com jornal impresso e sempre quis completar vinte e cinco anos pra cantar ‘À Palo Seco’, de Belchior, com propriedade.” Facebook
Tássio Santos, 23 anos, 8° semestre da UFRB – “Sou nascido e criado em Santo Estevão, interior do estado. Fui ainda muito novo para Cachoeira estudar jornalismo. Depois, fiz intercâmbio no Instituto Politécnico de Bragança, em Portugal. Encontrei na maquiagem uma maneira de me comunicar com o mundo e empoderar meninas e meninos negros onde eu quer que eu chegue ou até onde meu blog alcança. Escrever e maquiar é o que mais me faz feliz.” Blog | Instagram | YouTube
Vinicius Gericó, 26 anos, 6º semestre da Facom/Ufba – “Sou otimista, vegetariano, cinéfilo e ciclistas nas horas vagas. E também apaixonado pela escrita, informação e liberdade. Gosto do contato com o mundo, seja através das pessoas ou pela natureza.” Facebook | Twitter | Instagram | Blog
Yasmin Munhoz , 20 anos, 4º semestre da FSBA – “Nascida em Salvador, paulista de coração e 20 anos de histórias extremamente loucas e incríveis para contar. Sou blogueira/youtuber, amante da moda e completamente apaixonada pela junção positiva de um jornalista com as novas mídias sociais. Gosto de dizer que o jornalismo é a profissão do futuro. Claro que acontecem reconfigurações e mudanças ao longo do tempo, mas é como dizem: ‘É na mudança do presente, que moldamos o futuro’. Me sinto honrada em fazer parte dessa nova geração jornalística e sei que não vamos decepcionar.” YouTube | Instagram
Ps. O texto de abertura desse post é de Roberto Paim. 😉