O titulo pode ser bem clichê, mas faz jus a sensação que estou sentindo com tudo que estou vivenciando e aprendendo neste programa. A minha primeira semana de imersão que passou tão rápido, começou pela redação do jornal impresso e passou pelas editorias Mais, Politica e Cidades. Nesta semana pude acompanhar as repórteres Clarissa Pacheco e Joice Vieira em sua rotina de trabalho jornalístico na rua. A Primeira foi no julgamento da inconstitucionalidade do PDDU e Louos, no meu primeiro dia (14/10) de imersão.
Fiquei observando ela anotando tudo que era mais importante, quando os relatores começavam a falar. De repente veio a minha mente um pensamento: ‘Caramba como ela consegue saber o que é mais importante, como ela tem essa sagacidade, será que eu vou conseguir?’. Porque na minha inexperiência eu iria querer anotar tudo e com certeza não conseguiria, provavelmente entraria em desespero. Conversei com ela e tirei algumas dúvidas, mas tudo bem rápido para não atrapalhar, foi bem proveitoso.
Na segunda vez que saí foi com Joice, devo confessar que esta última foi bem mais interessante, pois ao invés de ficar só observando a maneira como ela agia para conseguir as informações, também pude ajudá-la na apuração da notícia e conversar com as pessoas. Algumas bem receptivas outras nem tanto.
Percebi que não importa se você está na redação ou na rua na hora da apuração, sempre vai sentir aquele friozinho na barriga e aquela dúvida se está pegando todas as informações ou está esquecendo-se de perguntar algo vai existir também. Afinal, foi nesta tecla que Linda Bezerra bateu durante a sua palestra, “Façam uma boa apuração”. Ou seja, a apuração é alma do jornalismo.
Agora as minhas expectativas estão voltada para a imersão na redação do Correio 24 horas, que começa a partir de hoje. Ah! aquele friozinho na barriga que falei no parágrafo anterior, pois é, já estou sentindo desde agora.