Um dia no BAZAR

Um dia no BAZAR

kelvizi

Uma das editorias mais divertidas do jornal, o BAZAR é um lugar que tem muito a se fazer e se engana quem pensa que é menos jornalismo por tratar-se de temas mais alegres e gostosinhos de se tratar. O exercício de apuração é o mesmo, a preocupação em contar os fatos da melhor forma possível também e ainda a meta de entregar algo completo e bem feito que sirva bem ao leitor.

E por falar em servir, uma das coisas que percebi nos dias de imersão foi que servir ao leitor é um mandamento que deve ser seguido à risca (não que as outras partes do jornal não pensem no leitor, mas no BAZAR foi onde isso ficou mais claro para mim). Desde a concepção da pauta, até a apuração e a escrita do texto o público é o nosso norte. “Não deixe seu leitor com dúvidas, descubra tudo sobre o assunto de modo que as pessoas sintam-se satisfeitas de informação ao final da leitura”, foi um dos primeiros conselhos que recebi junto à pauta.

Não são só as pautas que são divertidas e gostosas de fazer, a equipe é muito unida e me fizeram sentir em casa. Foi um prazer acompanhar como são feitas as maravilhosas fotos de Angeluci Figueiredo, além de contar com as dicas, orientações e experiência de Victor Villarpando. Daniel Silveira e Rafaela Fleur sempre foram muito solícitos para atender e ajudar com qualquer dúvida, mínima que fosse.

Uma das pautas que ajudei a construir foi sobre o último domingo gastronômico do ano, no Pelourinho. Conhecemos os restaurantes participantes, degustamos os pratos idealizados especialmente para o festival e preciso admitir que: não tem nada de simples nisso. É preciso treinar o paladar e estar atento a tudo, desde o ambiente até o atendimento. E mais uma vez a preocupação com o leitor se torna bastante clara, uma vez que o objetivo de matérias como essa é indicar somente o melhor.

Foi uma experiência muito boa, talvez a melhor até o momento e espero repetir muito em breve.