A coletiva de imprensa

A coletiva de imprensa

Essa semana eu estou acompanhando o pessoal do impresso novamente, e olhe, hoje foi com certeza um dia bastante especial. Chegando a redação pergunto a Linda Bezerra quem eu iria acompanhar hoje e com a resposta fui conversar com Thais Borges, a repórter que acompanhei.  Após uma rápida conversa com ela, onde fui informada que a matéria seria abertura do Mais* do jornal, seguimos para conversar com Linda sobre a pauta. Logo fiquei sabendo que era uma coletiva do prefeito ACM Neto com dois secretários a respeito do projeto de requalificação da orla de Salvador, intervenção que ocorrerá em São Tomé Paripe, Ribeira, Rio Vermelho, Boca do Rio, somando ao todo nove trechos da orla.

 As obras na Ribeira começarão na semana que vem, já às intervenções na Boca do Rio já foram iniciadas.  Saindo um pouco das implicações desse projeto vou falar da minha experiência de hoje, a coletiva de imprensa! Além disso, foi a primeira vez em que, definitivamente, eu acompanhei um repórter na rua. Nas pautas anteriores que eu acompanhei, as matérias não exigiram o deslocamento dos repórteres.

Ainda no carro, a orientação de Thais para mim e também a Eduardo Francisco, foi anotar o máximo e prestar bastante atenção! Dica acatada, fomos para o Palácio Tomé de Souza, sede da prefeitura. Passado a identificação na entrada (uma recepção) fomos para o espaço reservado aos jornalistas e ficamos aguardando o momento. Para mim que nunca tinha ido a uma coletiva era tudo novo e cheio de expectativa (sem falar nas câmeras de filmagens que estão no local). Aos poucos os jornalistas foram se acomodando, as câmeras se posicionado e foram entregues releases com as informações principais do que seria exposto.

 O prefeito apresentou o projeto que fará a requalificação mostrando um slide vídeo do projeto.  Com essa coletiva aprendi duas dicas: a primeira, nunca se sente em espaço onde alguém possa ficar na sua frente!  Mas, o que mais me impressionou, embora eu entenda que é normal, foi o ritmo dos repórteres quando dito que o prefeito iria responder às perguntas, as tão esperadas sonoras.  Em segundos havia uma série de microfones de vários veículos direcionados para o prefeito!  A repórter do Correio* estava lá aguardando a fase dos microfones para fazer algumas perguntas também ao prefeito, não somente sobre o assunto do momento, mas também sobre outra pauta.

Respondidas as perguntas, retornamos para a redação do Correio*. Não acompanhei o termino dessa apuração, mas sei que pelo volume de informações será uma boa matéria. A segunda dica, com a qual encerro este texto é: evite chegar atrasada em coletivas. Uma jornalista reportou para nós que tinha chegado atrasada e fez duas perguntas pra gente sobre o assunto e, por sorte, um dos secretários presentes chegou e então ela foi conversar com ele.