24 horas e contando…

24 horas e contando…

Trabalhar com jornalismo online, se você pensar bem, é quase uma experiência antropológica. Entender, ou melhor, tentar assimilar, a superioridade de acessos que uma informação sobre Nicole Bahls leva sobre a notícia de uma votação na Assembleia Legislativa da Bahia, por exemplo, é algo digno de uma reflexão. Esse é só um dos aspectos da rotina de um veículo virtual, também chamado de “campo minado”, diante da grande possibilidade de erros, que após um print são eternizados na rede.

Desde a forte presença nas redes sociais (o que inclui os primórdios da terra ‘sem lei’) até a necessidade do profissional se preocupar com a constante atualização, o editor da página 24 horas do Correio*, Wladimir Lima, deu uma visão hipertextual sobre a rotina e produção do site. Por experiência própria, digo que online é o meio onde a velocidade é mais requisitada, visão que foi corroborada pelo jovem editor, auto denominado “rato de estágio” nos tempos de estudante. No Correio 24 horas, quando se trata de Bahia, esse fato é elevado à enésima potência. Com raras exceções (pautas exclusivas, acasos e etc), presenciei algum site tirar do Correio a liderança do ranking na corrida das postagens. Descobri as razões nesta quarta-feira (15). A receita do bolo não inclui nada mais do que o exercício de um (bom) jornalismo dinâmico: rondas periódicas, consumo de informação sem excessos (já que isso não existe), troca de informações entre repórteres e apuração eficaz. Ah, aquele bichinho que fica atrás da orelha quando alguma notícia estoura no meio da noite e faz o jornalista postar algo em tempo real, também conta, e muito!

 

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