Fotos, música, papo bom, uma escada e OPS…

Fotos, música, papo bom, uma escada e OPS…

A primeira semana no impresso, foi uma semana e tanto, passei um tempo na editoria de cidade, realizei uma entrevista com um ídolo, ao lado de uma repórter que é ex-futura. Na semana do online, foi incrível, e sem dúvida abriu horizontes. Então chegou a segunda semana no impresso e recebi o presente de inicia-la  ao lado de duas mulheres referencias em suas áreas.  Comecei essa semana ao lado de Gabriela Cruz e Angeluci Figueiredo, produzindo uma pauta de perfil para a editoria de bazar.

Descobrir que fazer um perfil, é tentar traduzir o próximo sem colocar um único significado, é entender a multiplicidade humana e aceita-la. Foi uma experiência fantástica e saborosa, porque o pastel da padaria estava incrível.

Então hoje, ao lado da minha colega futurete, Alessandra Lori, estive com Laura Fernandes (meiga como o nome), a repórter do Guia, nos levou para a Escola de Guitarra Bahia Irmão Macedo. E mais uma vez, confirmei o que me foi dito no primeiro dia de Correio de Futuro, a gente nunca para de aprender, nunca.

Aroldo Macero - Diretor

Aroldo Macero – Diretor

O projeto social criado em 2008 tem o objetivo de atuar permanentemente na formação musical de crianças e adolescentes da rede pública de Educação. É a primeira escola voltada para guitarra baiana do mundo, mas também ensina bandolim, cavaquinho, violão, percussão, bateria, contrabaixo, teclado, guitarra e percepção musical.

É uma iniciativa envolvente, que desperta em mim uma curiosidade pela história da música. Ouvir histórias de meninos que não sabiam o que queriam, mas a música revelou outras perspectivas. A chance de conhecer coisas boas, e por algumas horas fazer inteiramente parte daquilo e então relatar para todos, é exatamente o que eu sonhei para minha vida.

Mas, no meio da escola tinha uma escada, tinha uma escada no meio da escola, e eu sou a pessoa mais desatenta do mundo. E eu cair, e acabei quebrando o dedo mindinho do pé e terei que ficar de molho em casa por 15 dias. Chorei, quando a médica disse isso, porque só pensava que serão quinze dias sem o CF.