O papel das tecnologias na preservação do meio ambiente

O papel das tecnologias na preservação do meio ambiente

Apresentar estratégias que podem contribuir com a preservação do meio ambiente através das tecnologias modernas. Este foi o objetivo do debate realizado pelo Fórum Agenda Bahia na tarde da última terça-feira (29). Neste ano o evento contou com a presença de Olav Lundstol, consultor de energia da Embaixada da Noruega; Rodrigo Riella, gerente do Instituto Lactec; Antônio Brito, gerente corporativo de P&D da Coelba e Samuel Barrêto, gerente nacional de água da The Nature Conservancy que puderam apresentaram diretrizes para o crescimento sustentável do Brasil e da Bahia.

O tema Baixo Carbono: a nova economia mundial propôs a reflexão de como a economia de baixo carbono serve para que seja gerado o menor impacto possível sobre o clima da Terra, por meio de opções relacionadas à gestão em sustentabilidade. Olav Lundstol, consultor de energia da Embaixada da Noruega trouxe as estratégias adotadas pela Noruega rumo a uma economia de carbono neutro, Olav destacou o quanto é importante neutralizar a emissão de carbono. “Corrigir este desperdício representa um dos maiores avanços do século XXI”.

Outro aspecto abordado no evento foi a promoção da Sustentabilidade através da adesão de energias inteligentes que propõem transmitir e distribuir energia com segurança, rentabilidade e redução dos impactos ambientais. Segundo o gerente corportativo de P&D da Coelba, Antônio Brito, “o desenvolvimento de tecnologias limpas, garantem mais eficiência e economia”.

Os palestrantes ressaltaram a participação do Brasil  no cenário mundial, visto que nosso país destaca-se na geração de energia originária de fontes renováveis.  Segundo Olav Lundstol, ” A Noruega está em diálogo com o Brasil em vários temas de colaboração, através de parceiros e investimentos”.

O estudante Iago Hairon acreditou que o evento cumpriu com o que estava proposto. O estudante estava presente no Fórum representando a Ong Engajamundo, uma instituição composta por jovens com o objetivo de empoderar a juventude nos processos políticos internacionais. “Foi uma discussão muito mais empresarial e econômica. O que é legal se pensarmos que o setor privado é fundamental para se chegar a uma economia de baixo carbono”.

Para Iago, houve uma pequena participação do público no momento do debate. “Tínhamos pessoas fantásticas na plateia, que poderiam contribuir com o debate e expandir um pouco o âmbito da conversa, já que quando falamos em mudanças climáticas nós temos que pensar transversalmente. Economia, educação, política, cultura. Tudo isso é totalmente indissociável”, afirmou o estudante.

Durante os painéis de discussão, o público pôde apresentar suas inquietações e contribuições. Mas o bate papo não se restringiu aos empresários e o governo. Samuel Barreto fez questão de citar a importância dos produtores rurais na gestão sustentável. “Deve haver uma articulação muito forte com os produtores rurais. Eles precisam ser valorizados”.

IMG_2577