Três dias e muitas experiências

Três dias e muitas experiências

Hoje eu conclui o terceiro dia de imersão. Para quem nunca tinha participado da rotina de uma Redação, cada passo, cada fala aguça minha curiosidade. Estes dias  me fizeram pensar no quanto é delicado fazer jornalismo. No quanto é difícil passar boas informações aos leitores.

Esse trabalho requer esforço e apesar das nossas afeições, das áreas de interesse, no jornalismo o ideal é saber de tudo um pouco.  Em meio ao trabalho – intenso – de duas editorias( Cidade e Economia), compreendi que o profissional deve está aberto às novas experiências, oferecendo o seu “melhor”.

Estou acompanhando a correria que é ser repórter. Pergunta; corre; vai pra rua; entrevista; pergunta novamente; escreve; paga; escreve novamente. Um ciclo que parece não ter fim. Mas eu precisava experimentar essa adrenalina. E experimentei! Acompanhando Naiana fui pesquisar os preços dos ingredientes do caruru para uma matéria de Economia! Perguntei, anotei, liguei…  Ela me deu essa “brecha de ousadia”.

Por outro lado, foi acompanhando Lyrio que percebi que o repórter deve ser paciente. Paciente pra lidar com suas fontes, saber ouvi-las e arrancar todos/grande parte dos detalhes. Sintetizo essas experiências em uma frase citada por Luana, a repórter que acompanhei no primeiro dia de imersão: “Cada profissional tem seu próprio método e trabalha em cima dele”.

Concordo e assino em baixo!