A coluna jornalística por Telma Alvarenga

A coluna jornalística por Telma Alvarenga

A primeira etapa do Programa se findou. Foram três semanas intensas de muito aprendizado, de muitas histórias, experiências e conselhos compartilhados. Com os olhos abertos, ouvidos atentos e caneta na mão tentamos sugar o máximo de informações dos profissionais que estiveram conosco durante esses dias. A ânsia do saber estava presente em cada um dos futuros.

Na tarde desta quarta-feira (16), recebemos a visita da  jornalista e colunista Telma Alvarenga, que aproveitou o seu espaço de fala para  desmitificar o conceito de coluna social, explicando que não há nada de  “fofoquinhas” e sim um trabalho que envolve aspectos sobre cultura, cidade, variedades e que exige muita dedicação na apuração das informações. Durante esse primeiro momento, a carioca nos contou que quando ela chegou na Bahia, as colunas ainda eram sociais, dedicavam-se a publicar notas sobre figuras excêntricas, autoridades e outras.

Trocando informações.  Foto: Juliana Leite

Trocando informações.
Foto: Juliana Leite

Em meio a tantas histórias, Telma foi nos contando sobre sua trajetória profissional e suas passagens em diversos veículos de comunicação como: a Revista Pais e Filhos,  Veja e Jornal do Brasil. Para Telma o maior patrimônio da coluna é a credibilidade.  “O leitor gosta de notícias quentes, mas eu não vou em cima das fofocas, do que está rolando, é preciso apurar muito a informação”.

Em certo momento do bate papo, a jornalista tocou no assunto que muito me instigava: o jabá.  Muitos casos foram citados por ela para afirmar sua postura ética e ressaltar que não devemos “nos vender” para dar uma nota no jornal. “Não vale a pena”, destacou.  Um bom conselho e que incita uma reflexão.

Quanto mais gostosa é a conversa, mais rápido o tempo passa. Eu adoraria ter mais umas horinhas com Telma pra saber outros detalhes de sua rotina, de suas experiências.  Mas o tempo não para.  Ela foi finalizando sua fala dizendo que ler é fundamental, contando-nos sobre sua relação com a leitura e a escrita.  Mais um conselho que deve ser seguido à risca.