Começar, recomeçar, descobrir, conhecer, ter oportunidade, mudar, aprender, sempre aprender, é assim que o futuro se apresenta.
Quando você escolhe uma profissão, romantiza tudo. Se escolher medicina salvará vidas, direito, ajudará a sociedade, jornalismo informará o mundo sobre tudo, e assim por diante. Porém, ninguém fala do lado ruim da história. Ninguém conta sobre as noites sem dormir, sobre a pilha de trabalhos, sobre a angustia do mercado de empregos. Ninguém te conta que a faculdade é chata às vezes.
E foi assim comigo. Sempre sonhei com jornalismo, sempre quis isso para minha vida, mas por três semestres pensei em desistir. Não foi fácil, não é simples, ainda não acabou, mas eu não larguei tudo e não fiz porque meus pais não permitiram. E agora eu agradeço, porque o meu FUTURO bateu na porta.
Nesta terça-feira (01), comecei a estagiar como jornalista do programa Correio de Futuro, realizado pelo Correio da Bahia, com o apoio da FSBA (Faculdade do ISBA) e patrocínio da Odebrecht, Petrobras e Governo Federal.
Setembro é o mês das flores, é onde tudo nasce de novo na natureza e assim eu me sentir no meu primeiro dia. Para alguns colegas da turma nove do programa, o primeiro dia despertou ansiedade e expectativa, outros sentiram curiosidade e motivação, alguns acreditam que o primeiro dia gerou a vontade de conhecer e de querer acolher, mas para mim foi um dia de recomeço.
Desde que desisti de desistir, que eu me apaixonava ainda mais pelo jornalismo, mas quando Oscar Valporto iniciou sua palestra sobre o programa e explicou a rotina do jornal, eu entendi que não é paixão o que eu sinto pela profissão, é amor. Eu nasci para isso e poder recomeçar minha trajetória nesse programa me desperta uma certeza de que o meu futuro já chegou.