Durante essas duas semanas de palestras com os editores do Correio*, me senti insegura diante da minha aptidão jornalística. Será que terei capacidade de fazer um texto que consiga envolver o leitor enquanto eu estiver, juntamente com os meus nove colegas, no processo de imersão e de elaboração do produto? Como conseguirei escrever um lead original, que informe e, ao mesmo tempo, tenha um quê literário?
Não quero fazer deste blog um espaço de quase auto-ajuda, mas acredito que essa apreensão não seja somente minha. Escolhi participar do Correio de Futuro com um único objetivo: aprender. E é isso que tem acontecido no decorrer dessas semanas. Durante as palestras tenho escutado coisas que ainda não sabia e percebi que trabalhar em um jornal impresso é uma experiência diferente e nada fácil.
Trazer informação para a sociedade é um ato que precisa ser realizado com criatividade e responsabilidade. Todos, não só os futuros, mas também os estudantes de jornalismo que não participam dessa edição do projeto estão em um momento único: o de conceber a profissão e aprender com erros. Acredito que seja esse não só o meu, mais o nosso maior desafio. É preciso ter coragem para reconhecer uma falha e procurar sempre ser melhor, tanto nos textos, quanto na vida.