A semana Pinochet

A semana Pinochet

O síndico do Edífio Master disse a Eduardo Coutinho que, de vez em quando, ele é Piaget – em referência ao epistemólogo suíço – e, quando o “bicho pega”, vira Pinochet, o terrível do Chile.

Bárbara Souza, nossa professora/orientadora/mãe nos falou isso uma centena de vezes. Ela, até o momento, só mostrou o seu lado Piaget. Mas temo: Essa semana, os Futuros terão de ser Pinochet, ou bicho vai pegar para o nosso lado.Terminadas as semanas de imersão, começaremos o nosso produto online. Escrevo esta frase anterior com muita ênfase no “nosso”. Ele surgiu de uma reunião. Pariu-se de uma outra ideia. E é chegada a hora de sofrermos as dores do parto. É que dores, amigos leitores…
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Guilia me encontrou no refeitório:
– Você já escreveu alguma matéria? -, perguntou com cara de desespero.
– O começo, mas não sei se está bom -, respondi reticente.
De forma maestral, ela colocou uma colher de mousse na boca e resmungou: “Ai, meu Deus”.Helen, durante a semana, ligou desesperada para sua fonte.
– Passei hoje lá e a mulher não estava mais, gato – disse entre um jogar de cabelo e outro.

Após o telefonema, a calma: a mulher estava “tirando uma folguinha”.

Naiana… o caso de Nai é tão particular, rs. Já virou “gatinha”, na definição das fontes. Bixinha, não dá sorte. É muita safadeza oculta numa pauta só. Garanto, se tudo der certo, ela vai arrumar várias amigas de vozes sensuais.

Os outros futuros, espero eu, estão trabalhando duro nas suas pautas. Aliás, “trabalho” é uma palavra que você ainda devem ler algumas vezes nessa nossa trajetória, viu?
Tudo tem dado trabalho. E do trabalho vai sair coisa boa, eu prometo.