Sabe quando você acorda e a única coisa que tem certeza do seu dia é que vai pra redação? Mas qual será sua pauta? Vai sair para onde? Qual editoria? Quem é a fonte? Essa é a vida dos Futuros. Não sabemos o que vamos fazer, mas sabemos que vamos fazer e isso é maravilhoso.
Essas duas semanas vão ficar para sempre na minha memória, oito dias de imersão e muitas histórias para contar. Na primeira semana fui destinada ao impresso, e passei por Esporte, Cidade, Coluna Vip e Economia. Hoje estou no meu terceiro dia de online, e o aprendizado tá tomando conta do meu ser.
Apurar notícias com a polícia parecia ser uma coisa de outro planeta (na minha cabeça), mas conhecendo e apurando é muito interessante, porém, tem que saber perguntar, afinal, nada vem de bandeja pra você. Mas como todos os jornalistas, e aspirante do mesmos, são curiosos fica tudo bem.
Ver seu nome aparecendo no Jornal Correio e no Correio24Horas não tem preço. Apesar de ter participado de várias editorias meu nome no impresso só apareceu numa matéria sobre o aumento do preço de remédios, feita por Victor Longo, onde ajudei na produção da tabela que complementa a matéria.
No online, a primeira pauta que eu recebi foi de apuração sobre um acidente na BR-116, e com dicas de Wlad e Luana pude entender como funciona o online, como escrever e quais as técnicas. Mas o mais gratificante é você ver seu nome naquele texto e ainda ver no destaque no site, quase não dormi!
JORNAL CORREIO – Logo de primeira, no impresso, fui para uma pauta de Esportes. A colega Naiana e eu acompanhamos o jornalista Miro Palma na entrevista especial com o jogador do Bahia, Lincoln. Conhecer o universo do esporte foi interessante, já que é uma área que não tenho muita intimidade. No dia seguinte acompanhei de perto a produção do especial sobre a ditadura com a repórter Clarissa, que, na prática, me mostrou como funciona aquela matéria que temos na faculdade “Técnicas de Reportagem”. No terceiro dia eu tiver a oportunidade de conhecer a Coluna Vip, com Telma Alvarenga. Foi muito bom ver como funciona a Coluna, saber como lidar com as “sagradas” fontes, e sentir na pele a correria por um furo. E por último, e não menos interessante, passei por economia, pela qual nunca tive muito interesse (por ter números no meio), mas percebi que não é um bicho de sete cabeças e tive a oportunidade de ver meu nome no Jornal Correio como colaboradora.
É vida camaleão mesmo, é se adaptar, é conhecer e acima de tudo aprender. E eu? Estou amando isso.