Economia ou esporte? Eis a questão!

Economia ou esporte? Eis a questão!

Ana Santiago e Graciela Alvarez falam sobre a rotina da editoria ( Foto: Amana Dultra)

Economia e esporte! Essas são as editorias que mais me interessam. Por isso me vi entre a cruz e a espada na última quarta-feira (3), quando recebemos as visitas de Ana Santiago e Graciela Alvarez, editora e subeditora de economia e de Eduardo Rocha, editor de esporte. Sempre fui uma pessoa indecisa. Foi difícil escolher o curso superior. É difícil escolher para que lado do jornalismo seguir. Mas as conversas com os editores foram muito importantes para entender o dia a dia das editorias, as dificuldades enfrentadas pelos repórteres, principalmente os que estão chegando agora.

Economia me encanta por estar presente em todos os detalhes da minha vida, desde a roupa que visto até o lixo que produzo. Gosto de saber como o Brasil, sendo a sexta economia mundial, se posiciona em relação aos outros países. Como as decisões tomadas pelo governo influenciam minha vida. Essa última vertente é a seguida pelo jornal Correio*, segundo Graciela Alvarez, o jornal traz os temas para a realidade da população, já que o jornal é escrito para as pessoas comuns, não para economistas.

Eduardo Rocha, editor de esportes do Correio* ( Foto: Amana Dultra)

Já o esporte é paixão, é sentimento. Assistir um bom jogo é instigante. E não se trata apenas de futebol. Gosto dos diversos esportes, vôlei, basquete, F1. Apesar do jornalismo esportivo da Bahia se limitar a Bahia e Vitória, segundo Eduardo Rocha, o conteúdo produzido aqui é tão bom ou até melhor que o conteúdo produzido em outros estados, como Rio e São Paulo.

As editorias são muito diferentes! Enquanto economia trabalha mais na redação, esporte vai às ruas, acompanha treinos, jogos.  Saber dosar o sentimento de torcedor e manter o distanciamento são deveres do repórter de esporte. Na editoria de economia o importante é manter o discernimento e a ética, já que esta é a editoria mais assediada, que mais recebe presentes e o famoso Jabá.

Ambos editores passaram dicas e mensagens naquela tarde. E a principal delas foi a de que,  para qualquer repórter de qualquer editoria o importante é amar o que faz. Ter paixão e querer aprender sempre.  Com isso só me resta esperar o acompanhamento na redação para entender na prática como as coisas funcionam!