Foi dada a largada

Foi dada a largada

A semana que passou começou para o grupo dos jornalistas de futuro com os ânimos à flor da pele. Não apenas por se tratar de uma semana decisiva quanto ao nosso produto, mas principalmente por ter que conciliar os desejos e aspirações das nove mentes pensantes, de modo que lhes enchesse o brio por participarem do Programa Jornalismo de Futuro 2012.1.

Em conversa, ficou decidido que antes mesmo de resolvermos o que seria o produto, todos deveriam fazer levantamentos e trazer pautas com as quais se identificassem. Confesso que estava muito frouxa quanto a expor minhas ideias. Aos poucos todos foram jogando seus pensamentos e torcíamos para que em algum momento algo de extraordinário surgisse. Mas não estava fluindo muito, mesmo depois de muita instigação do Oscar Valporto, editor executivo do CORREIO* e do professor Rodrigo Rossoni.

Renato, Darlan e Thaís

“Vai dar certo. Não tem porque não dar certo, temos as ideias, temos a mão de obra e temos um espaço”, foi com essa frase que Gustavo Acioli tirou nossos temores. As horas se adiantavam e os compromissos dos orientadores os levaram às suas atividades. Foi no momento em que nos deixaram sozinhos no auditório da Rede Bahia, que a resistência caiu por terra e as considerações vieram à baila. Decidimos arriscar e concluímos a reunião às 19h com o grupo dividido na defesa de duas ideias.

4/5 é igual a 9 mesmo

Um certo clima de “gladiação” parecia rondar os aspirantes jornalistas. Os nove se dividiram em 4 pra cada lado e 1 em dúvida quanto aos rumos a serem tomados pela produção do trabalho final. A noite da segunda-feira foi inspirada por muito estudo, investigação e para nossa surpresa, nenhum comentário no grupo do Facebook (risos). A reunião do dia seguinte prometia uma boa performance de contestações e argumentações.

E de fato foi o que aconteceu. A bancada era composta por Sérgio Costa, diretor de redação do Correio*, Oscar Valporto e dos professores Regina Gomes e Rodrigo Rossoni. “Uma pena não termos tido a ideia de filmar isso”, revelou Sérgio Costa ao final de sua participação.

“Que amizade?”, declarou Joana Oliveira e garantiu boas gargalhadas do grupo. A frase tentava selar a disputa. A reunião para exposição das ideias divergentes foi proveitosa e revelou o potencial desses jornalistas. Deu orgulho.  Ao custo de muitas objeções e conciliações enfim chegamos a uma conclusão.

É hora de correr

Hoje iniciamos nossas apurações. O telefone altamente disputado pareceu ser um bom sinal do nosso empenho. Alguns já saíram para fazer entrevistas ou já marcaram muitas outras ao longo da semana. Foi dada a largada e agora é a nossa vez de fazer acontecer. O suspense continua e estamos construindo uma boa surpresa, aguardem.