{"id":24112,"date":"2024-06-11T09:59:36","date_gmt":"2024-06-11T12:59:36","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/?p=24112"},"modified":"2024-06-11T09:59:39","modified_gmt":"2024-06-11T12:59:39","slug":"casos-de-canticos-homofobicos-nao-sao-notificados-na-bahia-mas-ainda-existem-nos-estadios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/casos-de-canticos-homofobicos-nao-sao-notificados-na-bahia-mas-ainda-existem-nos-estadios\/","title":{"rendered":"Casos de c\u00e2nticos homof\u00f3bicos n\u00e3o s\u00e3o notificados na Bahia, mas ainda existem nos est\u00e1dios"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"122\" src=\"https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/WhatsApp-Image-2024-05-16-at-14.10.48-1024x122.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-24072\" srcset=\"https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/WhatsApp-Image-2024-05-16-at-14.10.48-1024x122.jpeg 1024w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/WhatsApp-Image-2024-05-16-at-14.10.48-300x36.jpeg 300w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/WhatsApp-Image-2024-05-16-at-14.10.48-768x91.jpeg 768w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/WhatsApp-Image-2024-05-16-at-14.10.48-260x31.jpeg 260w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/WhatsApp-Image-2024-05-16-at-14.10.48-50x6.jpeg 50w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/WhatsApp-Image-2024-05-16-at-14.10.48-1200x143.jpeg 1200w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/WhatsApp-Image-2024-05-16-at-14.10.48-150x18.jpeg 150w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/WhatsApp-Image-2024-05-16-at-14.10.48.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Bahia e Vit\u00f3ria podem n\u00e3o receber puni\u00e7\u00f5es do STJD, mas emitem comunicados contra c\u00e2nticos<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por Brenda Vianna, do Correio 24 horas<\/p>\n\n\n\n<p>A palavra torcedor vem de torcer, aquele que torce e contorce o seu corpo nas ang\u00fastias ao assistir uma partida de futebol. Como parte de se sentir incluso ao clube, esses apaixonados come\u00e7am a incentivar o time com os c\u00e2nticos na arquibancada. O torcedor clama, grita, expressa todo o seu amor pelo time. Cada m\u00fasica cantada, \u00e9 uma forma de se conectar com o clube que est\u00e1 em campo, mas e quando as m\u00fasicas ultrapassam a linha do respeito e chega no n\u00edvel de atingir a orienta\u00e7\u00e3o sexual do outro? <\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo com m\u00fasicas ainda sendo entoadas nas arquibancadas do Barrad\u00e3o e da Fonte Nova, o  Supremo Tribunal de Justi\u00e7a Desportiva foi claro \u00e0 reportagem: n\u00e3o h\u00e1 den\u00fancias registradas para comprova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As \u00faltimas den\u00fancias envolvendo c\u00e2nticos homof\u00f3bicos nos est\u00e1dios brasileiros saiu do time do Cear\u00e1, em agosto de 2023, quando torcedores entoaram m\u00fasicas preconceituosas contra o Vila Nova (GO), sendo multado em R$ 40 mil; J\u00e1 em Alagoas, em setembro de 2023, na partida entre N\u00e1utico (PE) e Csa (AL), cada um foi multado por troca de ofensas homof\u00f3bicas entre os torcedores, sendo R$ 8 mil e R$ 5 mil, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, se para a Justi\u00e7a Desportiva, os c\u00e2nticos homof\u00f3bicos proferidos t\u00eam de ser punidos com multas aos clubes, tem torcedores que acham que essa puni\u00e7\u00e3o \u00e9 descabida e at\u00e9 um absurdo completo. <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu discordo que as m\u00fasicas que canto na Fonte s\u00e3o para ofender a comunidade LGBTQIA+. \u00c9 um ambiente totalmente heterossexual, sabemos disso, mas \u00e9 claro que quando cantamos, n\u00e3o \u00e9 para ofender ningu\u00e9m, pelo contr\u00e1rio, \u00e9 para conseguir soltar o que est\u00e1 preso na garganta. Chega ser sem no\u00e7\u00e3o querer punir a torcida porque a gente se expressa dessa forma\u201d,afirma Pedro Lins, de 27 anos, que \u00e9 estudante de engenharia, frequentador da Fonte Nova e apaixonado pelo Bahia. <\/p>\n\n\n\n<p>Assim como Pedro, pelas bandas de Canabrava com a torcida do Vit\u00f3ria, Caio Santos tamb\u00e9m acredita que n\u00e3o faz por mal ao gritar na arquibancada \u201ca bagay d\u00e1 o c*zinho\u201d. M\u00fasica essa, inclusive, que viralizou e furou a bolha do estado da Bahia, circulando pelo Brasil inteiro entre outros times atrav\u00e9s das redes sociais. <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuando a gente grita que desde 97 a \u2018bagay\u2019 faz o que faz, na verdade, \u00e9 provoca\u00e7\u00e3o entre torcidas mesmo, sabe? Uma brincadeira tranquila que acontece h\u00e1 anos, mas n\u00e3o \u00e9 para deixar homossexuais menosprezados\u201d, completa o publicit\u00e1rio de 29 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>O esporte acaba virando uma parte da sociedade e, infelizmente, o cen\u00e1rio esportivo pode virar um grande alvo para o contexto homof\u00f3bico. Para o psic\u00f3logo, p\u00f3s-graduando em psicologia do esporte e especializa\u00e7\u00e3o em futebol Jorge Santana, os torcedores heterossexuais acreditam que tudo \u00e9 permitido, j\u00e1 que \u00e9 um ambiente de desabafo, mas acaba perdendo o limite do respeito. <\/p>\n\n\n\n<p>Constru\u00eddo em meio a um espa\u00e7o de virilidade, sobreposi\u00e7\u00e3o e mostrar que a masculinidade tem for\u00e7a, os c\u00e2nticos acabam sendo expressados de forma preconceituosa e t\u00f3xica, mesmo com os homens expressando comportamento \u201chomossexual\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA gente percebe muito nitidamente o contraste. O preconceito emana a heterossexualidade, mas se pararmos para pensar, tem contextos em que os homens n\u00e3o s\u00e3o acostumados a dizer \u201ceu te amo\u201d dentro do \u00e2mbito familiar ou com amigos, mas h\u00e1 a libera\u00e7\u00e3o da express\u00e3o da afetividade para com os jogadores, declamando todo o seu amor para aquele que n\u00e3o \u00e9 do conv\u00edvio di\u00e1rio\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lei e desafios <br><\/strong> O artigo 243-G do C\u00f3digo Brasileiro de Justi\u00e7a Desportiva enquadra a pr\u00e1tica de ato discriminat\u00f3rio, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em raz\u00e3o de origem \u00e9tnica, ra\u00e7a, sexo, cor, idade, condi\u00e7\u00e3o de pessoa idosa ou portadora de defici\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, para conseguir reverter essa pr\u00e1tica descritiminat\u00f3ria dentro dos est\u00e1dios, ainda \u00e9 um trabalho de muita paci\u00eancia para ensinar a sociedade esportiva, segundo Roberto Junior, presidente do Orgulho Rubro-negro, torcida LGBTQIA+ do Vit\u00f3ria. Ele explica que, infelizmente, a maior parte da torcida ainda canta de forma preconceituosa a can\u00e7\u00e3o da \u2018bagay\u2019, mas que quando chega determinadas partes da m\u00fasica, eles mudam os tra\u00e7os homof\u00f3bicos. <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs pessoas que est\u00e3o ao redor ficam se questionando e a gente vai e explica, porque \u00e9 homof\u00f3bico. N\u00f3s fazemos esse processo de &#8216;trabalho de formiguinha&#8217; dentro do est\u00e1dio. Isso tem sido bastante desafiador tamb\u00e9m, e \u00e9 isso n\u00e9, at\u00e9 hoje n\u00e3o tivemos nenhum tipo de repreens\u00e3o por parte das torcidas organizadas\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas quem cria as m\u00fasicas? Segundo On\u00e3 Rud\u00e1, presidente da LGBT Tricolor e fundador do Canarinhos LGBT, as torcidas nas arquibancadas v\u00e3o criando as can\u00e7\u00f5es e puxando pelo lado homof\u00f3bico, ou seja, nem sempre \u00e9 criada pelas organizadas. Por\u00e9m, boa parte dos c\u00e2nticos que existem atualmente nas torcidas organizadas dos times brasileiros, quase 90% tem conota\u00e7\u00e3o preconceituosa referente \u00e0 comunidade. <\/p>\n\n\n\n<p>O epis\u00f3dio recente envolvendo o jogo do Bahia e Gr\u00eamio, a torcida gritava aos pulm\u00f5es &#8220;Arer\u00ea, ga\u00facho d\u00e1 o c* e fala tch\u00ea&#8221;. O c\u00e2ntico, no entanto, acabou circulando n\u00e3o s\u00f3 no ambiente futebol\u00edstico, mas tamb\u00e9m fora dele para perpetuar a provoca\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>E como fazer para que o clube seja punido pelos c\u00e2nticos entoados pela torcida? O Canarinhos LGBT encaminha para o STJD a can\u00e7\u00e3o identificada pelo \u00e1rbitro ou at\u00e9 nas redes sociais, cria a den\u00fancia e, caso seja um epis\u00f3dio estadual, envia tamb\u00e9m para o TJD. No caso da Bahia, \u00e9 o Tribunal Desportivo Bahia, que julga os epis\u00f3dios estaduais.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, ainda \u00e9 um trabalho bastante dif\u00edcil pelo Brasil inteiro, mesmo que n\u00e3o haja notifica\u00e7\u00f5es para o Bahia e Vit\u00f3ria, como foi citado no in\u00edcio da reportagem. On\u00e3 explica que, mesmo com notifica\u00e7\u00f5es enviadas para o tribunal, ainda h\u00e1 complica\u00e7\u00f5es. <\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 nessa hora que acontecem os imbr\u00f3glios. Muitas NIs [notifica\u00e7\u00e3o de infra\u00e7\u00e3o] que a Canarinhos envia, s\u00e3o acatadas pelos procuradores, outras n\u00e3o s\u00e3o. O procurador entende que a Canarinhos, por n\u00e3o ser uma entidade constitu\u00edda da estrutura do futebol tradicional, n\u00e3o \u00e9 um clube de futebol, n\u00e3o \u00e9 uma federa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 uma justi\u00e7a desportiva, entendeu? Ela n\u00e3o tem autonomia, vamos dizer assim, ou legitimidade pra poder apresentar N.I.&#8221;, explica. <\/p>\n\n\n\n<p>Para reverter essa situa\u00e7\u00e3o, a Canarinhos tem feito listas de sugest\u00f5es de a\u00e7\u00f5es e iniciativas que podem ser adotadas pelos clubes e federa\u00e7\u00f5es para que haja a redu\u00e7\u00e3o do c\u00e2ntico, manifesta\u00e7\u00e3o e exposi\u00e7\u00e3o homof\u00f3bica dentro dos est\u00e1dios. A Canarinhos tem recebido respostas dos clubes para conversas e ajudas para resultados que sejam positivos. Com essas iniciativas, h\u00e1 a possibilidade de melhorar a forma como o STJD tem trabalho em prol de conscientizar os clubes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desafios pela hist\u00f3ria  do futebol<br><\/strong> Doutor em Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica, que estuda tamb\u00e9m mestrado em racismo e futebol, Bruno Abrahao, detalha que esses c\u00e2nticos e verbaliza\u00e7\u00f5es que os torcedores passaram a manifestar nas arquibancadas, vem desde o pr\u00edncipio do futebol e acaba demonizando a quest\u00e3o homoafetiva, mas a situa\u00e7\u00e3o tem mudado com a participa\u00e7\u00e3o da Justi\u00e7a Desportiva. <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEsses c\u00e2nticos, essas verbaliza\u00e7\u00f5es que os torcedores passaram a manifestar nas arquibancadas, historicamente foi desconsiderado, j\u00e1 que nos \u00faltimos anos, com o processo de moderniza\u00e7\u00e3o, passou a ver a necessidade de civilizar esse comportamento desse torcedor que est\u00e1 nas arquibancadas e que j\u00e1 n\u00e3o pode dizer tanta coisa que os est\u00e1dios de futebol consentiram, mas que  passaram a ser regulados por uma maior manipula\u00e7\u00e3o desse comportamento do ato torcer nos est\u00e1dios de futebol\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, ainda que exista os c\u00e2nticos homof\u00f3bicos nas arquibancadas, a Promotora de Justi\u00e7a M\u00e1rcia Teixeira, que atua na promotoria dos Direitos Humanos, de Defesa dos \u00e0s Pessoas LGBTQIAP+ e Combate \u00e0 LGBTFobia, do Minist\u00e9rio P\u00fablico da Bahia, explicou \u00e0 reportagem que n\u00e3o h\u00e1 den\u00fancias no MP sobre casos envolvendo as m\u00fasicas no Bahia e Vit\u00f3ria. <\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ela, at\u00e9 chegam algumas informa\u00e7\u00f5es sobre o que acontece nas arquibancadas, mas n\u00e3o h\u00e1 den\u00fancias formais e oficiais. M\u00e1rcia, no entanto, refor\u00e7ou que a partir da reportagem do jornal, vai buscar informa\u00e7\u00f5es para come\u00e7ar um of\u00edcio futuro, j\u00e1 que essas viol\u00eancias LGBTf\u00f3bicas causam danos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA viol\u00eancia lgbtf\u00f3bica pode n\u00e3o causar dano f\u00edsico imediato, mas causa medo, causa problemas psicol\u00f3gicos e cabe uma interven\u00e7\u00e3o. Se n\u00e3o acontecer de forma consciente, tem que ser feito interven\u00e7\u00e3o na \u00e1rea criminal, na \u00e1rea administrativa, na \u00e1rea de esporte, temos promotores espec\u00edficos que trabalham com essa quest\u00e3o das torcidas e a viol\u00eancia em campo\u201d, avalia a promotora.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo M\u00e1rio Bello, Diretor social e a\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias do Esporte Clube Vit\u00f3ria, \u00e9 importante salientar que s\u00e3o torcedores homens heterossexuais que sabem que est\u00e3o entoando c\u00e2nticos de cunho homof\u00f3bicos. Mesmo em um ambiente que, em sua maioria, \u00e9 formado pelo g\u00eanero masculino cis hetero, n\u00e3o exime a torcida de evitar e at\u00e9 acabar com as express\u00f5es, c\u00e2nticos que s\u00e3o preconceituosos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;S\u00e3o adultos que est\u00e3o cantando ali. A institui\u00e7\u00e3o botou uma nota de rep\u00fadio em rela\u00e7\u00e3o aos cantos homof\u00f3bicos, deixando bem claro que existe o estatuto e o pr\u00f3prio clube pode ser penalizado. Essa foi nossa forma de expor isso e reafirmar que somos contra\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O Esporte Clube Bahia tamb\u00e9m se posicionou referente aos c\u00e2nticos e, por meio de nota, refor\u00e7ou que o clube segue atento e disposto a trabalhar para que esses casos e semelhantes n\u00e3o aconte\u00e7am mais. \u201cRecentemente, no jogo contra o Gr\u00eamio, um torcedor, s\u00f3cio do clube, foi identificado. Foi aberto um processo administrativo interno contra ele para apura\u00e7\u00e3o sobre os v\u00eddeos circulados em redes sociais&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Procurada, a Arena Fonte Nova n\u00e3o se pronunciou sobre as medidas tomadas no est\u00e1dio. O espa\u00e7o segue aberto. <\/p>\n\n\n\n<p>A Pol\u00edcia Civil foi procurada, que se limitou a informar que n\u00e3o h\u00e1 dados sobre o assunto. A Pol\u00edcia Militar tamb\u00e9m n\u00e3o tem dados de pris\u00f5es envolvendo homofobia nos est\u00e1dios.<br><br>Leia tamb\u00e9m: <br><strong><a href=\"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/preconceito-e-agressoes-preocupam-torcedores-lgbtqiapn-de-bahia-e-vitoria\/\">Preconceito e agress\u00f5es preocupam torcedores LGBTQIAPN+ de Bahia e Vit\u00f3ria<br><\/a><\/strong><a href=\"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/dos-cantos-a-camisa-como-torcidas-e-clubes-buscam-construir-um-ambiente-seguro-para-pessoas-lgbtqiapn-nos-estadios\/\">Dos cantos \u00e0 camisa: como torcidas e clubes buscam construir um ambiente seguro para pessoas LGBTQIAPN+ nos est\u00e1dios<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bahia e Vit\u00f3ria podem n\u00e3o receber puni\u00e7\u00f5es do STJD, mas emitem comunicados contra c\u00e2nticos Por Brenda Vianna, do Correio 24 horas A palavra torcedor vem de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":24113,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[80,11],"tags":[],"class_list":["post-24112","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-home","category-me-informo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24112","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24112"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24112\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24114,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24112\/revisions\/24114"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/media\/24113"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24112"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24112"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24112"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}