{"id":22124,"date":"2020-12-08T13:29:17","date_gmt":"2020-12-08T16:29:17","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/?p=22124"},"modified":"2020-12-08T14:56:28","modified_gmt":"2020-12-08T17:56:28","slug":"diversidade-19a-parada-lgbtqia-da-bahia-coloriu-a-internet-saiba-como-foi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/diversidade-19a-parada-lgbtqia-da-bahia-coloriu-a-internet-saiba-como-foi\/","title":{"rendered":"Diversidade: 19\u00aa Parada LGBTQIA+ da Bahia coloriu a internet; saiba como foi"},"content":{"rendered":"\n<p>Por <strong>Vin\u00edcius Nascimento <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O natural seria aquela concentra\u00e7\u00e3o gostosa entre o Campo Grande e os bairros do Garcia, Canela e Vit\u00f3ria, todos preenchidos pelas cores do arco-\u00edris nos&nbsp;momentos que antecedem&nbsp;da largada oficial. Em 2020, por\u00e9m, a 19\u00aa Parada LGBTQIA+ da Bahia, por conta da pandemia de covid-19, n\u00e3o teve como colorir as ruas da cidade. Dessa vez, o evento foi online, no s\u00e1bado, 05, mas nem por isso deixou de aquecer e emocionar os participantes com hist\u00f3rias e trajet\u00f3rias de supera\u00e7\u00e3o na luta por dignidade e respeito.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Assista todas as performances e programa na \u00edntegra: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"PARADA DO ORGULHO LGBTQIA+ DA BAHIA\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=PLOgibqyRO6TLQFfWAWztusZvxiBGyyYGp\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Transmitida virtualmente pelas redes sociais do CORREIO e do Me Salte, com a participa\u00e7\u00e3o intensa do p\u00fablico conectado no Instagram, Facebook e Youtube dos dois ve\u00edculos, a Parada tamb\u00e9m n\u00e3o abriu m\u00e3o da sua alegria caracter\u00edstica. Al\u00e9m de debates sobre temas s\u00e9rios, teve performances art\u00edsticas e muita fecha\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Na abertura do evento, Luiz Mott, um dos fundadores do Grupo Gay da Bahia (GGB) e decano da luta pelos direitos das pessoas LGBTQIA+ no Brasil, afirmou: &#8220;A Bahia n\u00e3o tem de rimar com homofobia. A Bahia rima com alegria, cidadania&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn2.cworks.cloud\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2017\/07\/Matheuzza_Nara_Gentil.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption> <strong>Matheuzza pintou um arco-\u00edris no corpo em performance no Campo Grande, local onde a Parada come\u00e7a o desfile tradicionalmente&nbsp;<\/strong>(Foto: Nara Gentil\/CORREIO) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Mantendo um p\u00e9 na tradi\u00e7\u00e3o, a atriz Matheuzza elegeu o Campo Grande como cen\u00e1rio para a performance \u2018Pintar\u2019, uma das atra\u00e7\u00f5es art\u00edsticas exibidas intercaladas com as discuss\u00f5es. Com o mote de que a Parada come\u00e7a nos corpos das pessoas LGBTQIA+, ela se transformou em uma bandeira do arco-\u00edris em pra\u00e7a p\u00fablica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O body branco que usava foi tingido durante a performance, que aconteceu em frente ao Teatro Castro Alves. Por fim, Matheuzza colocou v\u00e1rias m\u00e1scaras no rosto e fez selfies. O v\u00eddeo continuou com manchetes sobre assassinatos de pessoas trans e trouxe a mensagem: \u2018Pinte seu corpo de a\u00e7\u00e3o\u2019.<\/p>\n\n\n\n<p>O rapper Hiran, outra das atra\u00e7\u00f5es do evento, gravou sua participa\u00e7\u00e3o no multiespa\u00e7o Nalaje, em Cama\u00e7ari. A apresenta\u00e7\u00e3o, uma das mais comentadas pelos internautas que assistiam \u00e0 Parada digital na noite de s\u00e1bado, aconteceu logo depois da primeira conversa&nbsp;da noite: \u2018Bichas Pretas\u2019, que teve a participa\u00e7\u00e3o de Alan Costa, produtor cultural e art\u00edstico e idealizador do Coletivo Afrobapho.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn3.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/2\/0\/csm_Hiran_performance_19_Parada_LGBTQIA__5fe46bf12a.jpeg\" alt=\"\"\/><figcaption> <strong>Hiran gravou sua participa\u00e7\u00e3o no evento direto de Cama\u00e7ari&nbsp;<\/strong>(Foto: Divulga\u00e7\u00e3o) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Alan afirmou que a imagem da bicha preta afeminada \u00e9 um contraponto ao estere\u00f3tipo cisg\u00eanero e heterossexual brasileiro: &#8220;as pessoas passam a pensar que dentro delas mesmas pode existir um resqu\u00edcio de feminilidade. Nessa sociedade mis\u00f3gina, o feminino \u00e9 muito odiado&#8221;, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>O outro debatedor do tema&nbsp;foi o diretor de cria\u00e7\u00e3o da Preta Ag\u00eancia de Comunica\u00e7\u00e3o, Ismael Carvalho. Segundo ele, uma bicha preta sofre dentro de dois recortes: o do homem negro e o do gay. E esse sofrimento acontece inclusive dentro dos pr\u00f3prios movimentos sociais.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>&#8220;A comunidade [LGBTQIA+] n\u00e3o est\u00e1 t\u00e3o aliada \u00e0s pessoas pretas, enquanto o movimento negro n\u00e3o lida com as quest\u00f5es de sermos bichas pretas, ent\u00e3o \u00e9 importante levantar essas quest\u00f5es dos dois lados&#8221;,<\/strong>&nbsp;disse Ismael.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn1.cworks.cloud\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2017\/07\/debate_sobre_Bichas_Pretas_19_Parada_LGBTQIA_.jpeg\" alt=\"\"\/><figcaption> <strong>Conversa entre Alan e Ismal foi medida pelo jornalista Jorge Gauthier, curador da Parada de 2020 e editor do Me Salte<\/strong>&nbsp;(Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Flores e cores<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Malayka SN, toda florida para a sua interven\u00e7\u00e3o art\u00edstica, interpretou a m\u00fasica \u2018Feeling Good\u2019, de Nina Simone, com muita pot\u00eancia. A letra cantada pela norte-americana \u00e9 forte: \u2018um novo amanhecer, um novo dia, uma nova vida para e mim e me sinto bem. E nada resume t\u00e3o bem toda essa luta como a busca por bem-estar. Direito a se sentir bem, estar bem, em paz\u2019.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem tamb\u00e9m apareceu na live da Parada foi a cantora Daniela Mercury. Conhecida por seus figurinos baf\u00f4nicos no Carnaval, dessa vez ela chegou bem simples, de cara limpa e com um moletom escrito \u2018I Will Survive\u2019 &#8211; can\u00e7\u00e3o de Gl\u00f3ria Gaynor que \u00e9 considerada o hino da causa LGBTQIA+. \u00c0 capela, Daniela cantou um trecho de \u2018Proibido o Carnaval\u2019.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Racismo e lesbofobia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Racismo, lesbofobia, lesboc\u00eddio, afetividade l\u00e9sbica e interseccionalidades de preconceitos foram as pautas do papo&nbsp;\u2018Mulheres L\u00e9sbicas\u2019. O Dossi\u00ea do Lesboc\u00eddio no Brasil apontou que houve aumento de 237% nos homic\u00eddios de mulheres l\u00e9sbicas no pa\u00eds, sendo que 89% desse total se&nbsp;referem \u00e0s mulheres l\u00e9sbicas e negras.<\/p>\n\n\n\n<p>Convidada para discutir o tema, Janda Mawus\u00ed afirmou que esses n\u00fameros s\u00e3o significativos e que \u00e9 necess\u00e1rio abrir espa\u00e7o para falar sobre esses temas nos ambientes educacionais e profissionais, na inf\u00e2ncia e juventude, porque a aus\u00eancia desse tipo de discuss\u00e3o coloca mulheres negras expostas \u00e0 morte.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn2.cworks.cloud\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2017\/07\/Debate_sobre_Lesbofobia_19_Parada_LGBTQIA_.jpeg\" alt=\"\"\/><figcaption> <strong>Janda e Bruna falaram sobre lesbofobia, lesboc\u00eddio de mulheres negras e masculiniza\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/strong>(Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o) <br><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Durante a adolesc\u00eancia, Janda, que \u00e9 pesquisadora do Nucus\/Ufba,&nbsp;sonhava em ser jogadora profissional e contou que um de seus treinadores a convidava para sair com muita frequ\u00eancia. Hoje, adulta, entende que foi uma agress\u00e3o cometida contra a sua sexualidade. Aquele homem queria que ela cedesse o seu corpo para que ela continuasse no esporte.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>&#8220;A sociedade nos imp\u00f5e um distanciamento e isolamento muito grande e n\u00e3o \u00e9 somente dentro do esporte. Eu n\u00e3o tinha com quem falar sobre aquilo, que me incomodava\u201d,<\/strong>&nbsp;contou durante a live<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Tatuadora, artista e pesquisadora integrante do grupo Rasuras, na Ufba, Bruna Bastos foi a outra convidada, que come\u00e7ou discutindo sobre o termo &#8220;masculinizada&#8221;. De acordo com Bruna, ela prefere ser chamada de sapatona ou de caminhoneira, pois&nbsp;o termo envolvendo masculinidade a incomoda.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A gente continua sempre se medindo com o homem. Eu n\u00e3o sou uma l\u00e9sbica masculinizada, eu sou uma l\u00e9sbica que n\u00e3o segue a feminilidade padr\u00e3o. As pessoas resumem nossos corpos a um estere\u00f3tipo aliado a essa est\u00e9tica, que \u00e9 uma est\u00e9tica sapat\u00e3o, mas que negam&#8221;, disse.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A cantora Doralyce foi a artista que apareceu durante o debate, cantando Miss Beleza Universal: &#8220;n\u00e3o basta ser mulher, tem que t\u00e1 dentro do padr\u00e3o&#8221;, cantou.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Forte emo\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quem j\u00e1 desfilou ao vivo na Parada LGBTQIA+ sabe que o cora\u00e7\u00e3o acelera&nbsp;aos poucos, quanto mais perto da Pra\u00e7a Castro Alves, o cl\u00edmax do desfile, mais r\u00e1pidas ficam as batidas. E foi mais ou menos esse sentimento que a \u00faltima mesa da noite passou \u00e0 audi\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>O debate foi sobre o mercado de trabalho para pessoas transg\u00eanero e foi carregada de hist\u00f3rias fortes, contadas pela vereadora \u00c9rika Hilton (Psol), mulher mais bem votada nas elei\u00e7\u00f5es de 2020, quando foi vencedora de uma cadeira na C\u00e2mara de S\u00e3o Paulo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>&#8220;Reatar com a fam\u00edlia foi fundamental para que eu tivesse oportunidade de romper os espa\u00e7os de marginaliza\u00e7\u00e3o de meu corpo. Voltei para os estudos, que tinha abandonado no ensino m\u00e9dio, comecei a me compreender como algu\u00e9m que n\u00e3o merecia estar numa condi\u00e7\u00e3o desumanizadora&#8221;<\/strong>, afirmou \u00c9rika<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn3.cworks.cloud\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2017\/07\/Debate_sobre_Mulheres_Trans_19_Parada_LGBTQIA_.jpeg\" alt=\"\"\/><figcaption> <strong>Ina\u00ea Leoni e \u00c9rika Hilton discutiram o mercado de trabalho para as mulheres trans<\/strong>&nbsp;(Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A vereadora&nbsp;disse ainda que estar nesse lugar da pol\u00edtica institucional \u00e9 mostrar para a sociedade que travestis negras podem e v\u00e3o existir para al\u00e9m das esquinas de prostitui\u00e7\u00e3o, encarceramento, manchetes policiais e estat\u00edsticas de morte.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem tamb\u00e9m participou da mesa foi a professora Ina\u00ea Leoni, mulher trans que iniciou o seu processo de transi\u00e7\u00e3o ap\u00f3s ser aprovada em concurso p\u00fablico para lecionar no Fundamental I. Emocionada, lembrou que sofreu muito no trabalho e que sua transi\u00e7\u00e3o foi espetacularizada na escola. &#8220;Tudo que acontecia com meu corpo era muito grandioso, esperado e criticado&#8221;, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>As situa\u00e7\u00f5es foram diversas e com alunas, alunos e colegas. Por exemplo,&nbsp;uma aluna a perguntou se ela era&nbsp;uma mulher e ela afirmou que sim. A resposta da crian\u00e7a foi,&nbsp;&#8220;com essa sobrancelha, n\u00e3o&#8221;. Houve ainda outra crian\u00e7a que perguntou o &#8216;porque das pessoas trans n\u00e3o serem normais&#8217;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>&#8220;Ao mesmo tempo que \u00e9 um lugar de orgulho por furar uma brecha, tudo isso me deixa preocupada com meu contexto, por andar na cidade que leciono. S\u00e3o corpos que s\u00e3o vistos como forasteiros, meu corpo \u00e9 visto como um corpo alien\u00edgena&#8221;,&nbsp;<\/strong>disse Ina\u00ea.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>O cantor Seu V\u00e9rciah, em uma interven\u00e7\u00e3o, mandou sua mensagem: &#8220;N\u00f3s, enquanto grupo discriminado pela sociedade, precisamos nos conscientizar que existem pessoas negras, que s\u00e3o as pessoas que sofrem mais opress\u00e3o. N\u00f3s, negros, sofremos mais homofobia, lesbofobia e bifobia do que pessoas brancas LGBTQIA+&#8221;, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m atra\u00e7\u00e3o da live, a cantara Josyara deu um bom recado no encerramento da celebra\u00e7\u00e3o: \u201ccres\u00e7a, procure um abrigo e quando a tristeza cantar, desobe\u00e7a a dor\u201d. A transmiss\u00e3o foi encerrada com um s\u00edmbolo da luta contra o racismo e a lgbtqia+fobia no pa\u00eds: com a performer Bagageryer Spielberg interpretando \u2018Where Do I Begin\u2019, de Shirley Bassey.<\/p>\n\n\n\n<p>No final da primeira Parada em formato digital, o&nbsp;presidente do GGB, Marcelo Cerqueira, agradeceu ao p\u00fablico, ativistas e artistas pela presen\u00e7a&nbsp;nas redes sociais e convocou todo mundo para se encontrar no Campo Grande, na Parada de 2021: \u201cNo pr\u00f3ximo ano, a gente espera, com f\u00e9 em Deus, estaremos no Campo Grande para celebrar a diversidade. Se tiver barreiras, a gente pula, porque n\u00f3s somos negros. Gays e pretos, l\u00e9sbicas e pretas, travestis e pretas, cidad\u00e3s\u201d, enfatizou.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante \u00e0s 2h20min que ficou no ar, nas redes sociais do Correio e Me Salte, a Parada LGBTQIA+ de 2020 teve 7,3 mil visualiza\u00e7\u00f5es. At\u00e9 \u00e0s 18h deste domingo, 06, o programa somou 14,8 mil visualiza\u00e7\u00f5es no Instagram, Facebook e Youtube do jornal e do blog.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto Diversidade tem realiza\u00e7\u00e3o do GGB, produ\u00e7\u00e3o Mar\u00e9 e parceria e cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fado Correio\/Me Salte e Movida; e patroc\u00ednio do Grupo Big e Goethe Institut.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Vin\u00edcius Nascimento O natural seria aquela concentra\u00e7\u00e3o gostosa entre o Campo Grande e os bairros do Garcia, Canela e Vit\u00f3ria, todos preenchidos pelas cores do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":22126,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[80,9],"tags":[],"class_list":["post-22124","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-home","category-me-orgulho"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22124","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22124"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22124\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":22128,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22124\/revisions\/22128"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22126"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22124"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22124"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22124"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}