{"id":22106,"date":"2020-12-04T08:58:40","date_gmt":"2020-12-04T11:58:40","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/?p=22106"},"modified":"2020-12-04T12:47:24","modified_gmt":"2020-12-04T15:47:24","slug":"as-cores-do-arco-iris-artistas-usam-o-corpo-como-expressao-e-resistencia-ao-racismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/as-cores-do-arco-iris-artistas-usam-o-corpo-como-expressao-e-resistencia-ao-racismo\/","title":{"rendered":"As cores do arco-\u00edris: artistas usam o corpo como express\u00e3o e resist\u00eancia ao racismo"},"content":{"rendered":"\n<p>Vin\u00edcius Nascimento<br>Instagram: @eusouvinino<\/p>\n\n\n\n<p>A arte \u00e9 uma ferramenta poderosa. Serve para protesto, entendimento, transforma\u00e7\u00e3o de vida e, principalmente, resist\u00eancia. Que o diga Hiran, rapper natural de Alagoinhas, no interior da Bahia, que teve a vida transformada pela arte e ser\u00e1 uma das atra\u00e7\u00f5es da 19\u00aa Parada LGBTQIA+ da Bahia, que acontece neste s\u00e1bado, 05, a partir das 18h, em edi\u00e7\u00e3o especial virtual. O evento vai discutir o &#8216;Racismo na comunidade LGBTQIA+&#8217; e ter\u00e1 transmiss\u00e3o pelas redes sociais do CORREIO e do Me Salte.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de Hiran, as artistas Matheuzza (atriz, educadora e pesquisadora nas quest\u00f5es de ra\u00e7a, sexualidade e g\u00eanero); Bagageryer Spilberg (apresentadora, transformista e realizadora de concursos de beleza); e Malayka SN, que \u00e9 DJ, visual artist e drag; junto com as cantoras Doralyce e Josyara ir\u00e3o performar na Parada deste ano, que ter\u00e1 ainda tr\u00eas mesas de debates (veja programa\u00e7\u00e3o completa abaixo).<\/p>\n\n\n\n<p>A arte atravessou a vida de cada uma dessas pessoas de formas diferentes. Hiran diz que a m\u00fasica \u00e9 o que tem de mais sagrado em sua vida e chega antes de qualquer coisa: rela\u00e7\u00e3o com a fam\u00edlia, com parceiros afetivos e at\u00e9 de seu lugar no mundo enquanto jovem gay e preto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn2.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/0\/e\/csm_Hiran_por_Fernando_Young___762935f5da.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption> <strong>Hiran buscava refer\u00eancias no rap no come\u00e7o da carreira; agora ele \u00e9 refer\u00eancia&nbsp;<\/strong>(Foto: Fernando Young) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><em>Se inscreva nas nossas redes sociais e receba um aviso quando a parada come\u00e7ar:<br>CORREIO:&nbsp;<\/em><\/strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCSbUDnouVlBoCFAA7OUrcqg\" target=\"_blank\"><strong><em>Youtube<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,<\/em><\/strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/correio24horas\" target=\"_blank\"><strong><em>&nbsp;Facebook<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,&nbsp;<\/em><\/strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/correio24horas\/\" target=\"_blank\"><strong><em>Instagram<\/em><\/strong><\/a><br><strong><em>Me Salte:&nbsp;<\/em><\/strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCtXhzzlHNjFplAr2WhqSx2g\" target=\"_blank\"><strong><em>Youtube<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,&nbsp;<\/em><\/strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/mesalte\/\" target=\"_blank\"><strong><em>Facebook<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,&nbsp;<\/em><\/strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/me_salte\/\" target=\"_blank\"><strong><em>Instagram<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>&#8220;Eu penso sempre que se eu n\u00e3o tivesse qualquer uma das possibilidades de di\u00e1logo eu conseguiria existir mesmo infeliz, mas sem a m\u00fasica eu n\u00e3o teria nada. Nada iria suprir as minhas necessidades, os meus vazios&#8221;,<\/strong>&nbsp;afirma.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Hiran diz que n\u00e3o foi f\u00e1cil trilhar esse caminho e que por diversas vezes esbarrou em falta de refer\u00eancias que atrapalharam o ritmo de seu trabalho. No in\u00edcio da carreira, foi hostilizado em rinhas e rodas de rima por ser gay. Olhava para os grandes nomes do rap e n\u00e3o enxergava ningu\u00e9m que falasse das coisas que queria falar, ou ningu\u00e9m que pudesse ser a sua inspira\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 muito dif\u00edcil ser o primeiro. As coisas mudaram bastante quando conheci o som de Rico Dalasam, aquilo foi transformador. Uma mudan\u00e7a acontece quando voc\u00ea se v\u00ea em uma refer\u00eancia que mostre de onde partir, o que fazer. Sem isso, tudo se torna muito intuitivo e as coisas s\u00e3o mais dif\u00edceis&#8221;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn3.cworks.cloud\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2020\/12\/04\/JOSYARA_3-FOTO_DIVULGACAO.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption> <strong>Josyara \u00e9 uma das cantoras que dar\u00e1 canja no evento&nbsp;<\/strong>(Foto: Acervo Pessoal) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Pensamento cr\u00edtico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por mais que a arte seja transformadora na vida de muitas pessoas pretas e LGBTQIA+, Malayka SN \u00e9 enf\u00e1tica ao declarar que a arte n\u00e3o vai salvar a vida de todo mundo. Apenas alguns casos isolados e insuficientes quando se olha para todo um contexto de viol\u00eancias, marginaliza\u00e7\u00e3o e falta de oportunidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma transforma\u00e7\u00e3o de verdade, para a artista, passa por um projeto pol\u00edtico-pedag\u00f3gico eficaz, um governo eficiente e uma economia que pense e inclua essas pessoas. &#8220;A gente entende que a arte \u00e9 um mecanismo que pode abrir portas para muitas coisas, mas que ela sozinha n\u00e3o basta&#8221;, afirma Malayka.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn1.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/1\/7\/csm__doralyce_-foto_-_Guilherme_Paim_f089c3515a.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption> <strong>Outra cantora que tamb\u00e9m participa da Parada \u00e9 Doralyce<\/strong>&nbsp;(Foto: Guilherme Paim) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Artista n\u00e3o-bin\u00e1ria, Malayka tem uma cren\u00e7a muito forte na for\u00e7a do trabalho coletivo e diz que iniciativas como o Afrobapho e a cena drag de Salvador ensinaram muito a ela. Uma dessas coisas \u00e9 o senso de coletividade para consumir, divulgar e acreditar no trabalho de outras pessoas negras e LGBTQIA+, para construir um ciclo positivo.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>&#8220;Antes de qualquer coisa que v\u00e3o me recortar, eu sou uma pessoa negra numa sociedade racista. Se eu n\u00e3o consumir a minha pr\u00f3pria cultura e amar a minha pr\u00f3pria ess\u00eancia, dificilmente v\u00e3o fazer isso por mim. N\u00e3o s\u00f3 consumo produtos e ideias pretas, como tamb\u00e9m propago. \u00c9 um dos nossos legados ancestrais. O negro e a negra estiveram e fizeram muitas coisas na hist\u00f3ria do mundo, mas \u00e0s vezes nem sabemos porque, ou omitiram ou foi roubado&#8221;,&nbsp;<\/strong>enfatiza.&nbsp;<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Mestre em Cultura e Sociedade pela Ufba e pesquisador do N\u00facleo de Pesquisa e Extens\u00e3o em Cultura e Sexualidade da Universidade Federal da Bahia (Nucus\/Ufba), David Souza afirma que a utiliza\u00e7\u00e3o da arte como meio de transforma\u00e7\u00e3o e ascens\u00e3o social para pessoas negras n\u00e3o \u00e9 nenhuma novidade na hist\u00f3ria do Brasil e que iniciativas como o Bando de Teatro Olodum ou o Teatro Experimental do Negro, de Abdias Nascimento, s\u00e3o bons exemplos de que essa hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 de hoje.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/_processed_\/5\/b\/csm_matheuzza_c091b1b68d.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption> <strong>A 19\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Parada LGBTQIA+ ter\u00e1 ainda a participa\u00e7\u00e3o da atriz Matheuzza<\/strong>&nbsp;(Foto: Divulga\u00e7\u00e3o) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Com a arte em m\u00e3os, pessoas negras buscam valoriza\u00e7\u00e3o de seus corpos, narrativas e a constru\u00e7\u00e3o da ideia de que podem ser refer\u00eancia e podem ser diferentes do que a realidade imp\u00f5e. Mas, apesar da vontade e dos casos de sucesso, o pesquisador pondera que ainda \u00e9 muito dif\u00edcil para uma pessoa de pele escura e LGBTQIA+ conseguir espa\u00e7o dentro da arte, principalmente em compara\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas brancas.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>&#8220;Pessoas LGBTQIA+ negras t\u00eam um duplo estigma na sociedade. Ou seja, perdem duplamente os acessos e possibilidades para uma ascens\u00e3o ou mudan\u00e7a social. No entanto, \u00e9 fato que a arte tem um car\u00e1ter libertador e, atrav\u00e9s dela, pessoas negras t\u00eam a oportunidade de escrever novos roteiros, fazer den\u00fancias e se descobrir&#8221;,<\/strong>&nbsp;aponta David.&nbsp;<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p> O projeto Diversidade tem realiza\u00e7\u00e3o do GGB, produ\u00e7\u00e3o Mar\u00e9 e parceria e cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fado Correio\/Me Salte e Movida; e patroc\u00ednio do Grupo Big e Goethe Institut. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>SERVI\u00c7O:<\/strong><br>19\u00aa Parada do Orgulho LGBTQIA+ da Bahia<br><strong>Quando<\/strong>: 5 de dezembro, s\u00e1bado;<br><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>: Das 18h at\u00e9 20h.<br><strong>Onde<\/strong>: ao vivo nos canais \u201cMe Salte\u201d e Jornal CORREIO* (Instagram, Facebook e Youtube);<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PROGRAMA\u00c7\u00c3O COMPLETA:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>Debates:<\/strong><\/p><p><strong>*Mesa 1 \u2013 Bichas pretas<\/strong><br>Alan Costa \u2013 Formado em Letras Vern\u00e1culas pela UNEB, atua como produtor cultural e art\u00edstico na cena soteropolitana.<br>Ismael Carvalho \u2013 Criador de conte\u00fado digital, cofundador e diretor de cria\u00e7\u00e3o da Preta Ag\u00eancia de Comunica\u00e7\u00e3o.<\/p><p><strong>*Mesa 2 \u2013 Negras, l\u00e9sbicas e masculinizadas&nbsp;<\/strong><br>Jandira Mawus\u00ed \u2013 Pedagoga pela UNEB, idealizadora do Coletivo Mer\u00ea, \u00e9 uma das representantes da Caminhada Contra o \u00d3dio e o Racismo Religioso que acontece h\u00e1 mais de 15 anos em Salvador.<br>Bruna Bastos \u2013 Integrante do grupo de pesquisas Rasuras UFBA, pesquisa e estuda Letramentos de Reexist\u00eancia produzidos por l\u00e9sbicas negras. \u00c9 idealizadora da p\u00e1gina @sapatonaaentendida onde dialoga sobre lesbianidade e Afroperspectiva.<\/p><p><strong>*Mesa 3 \u2013 Transexuais e travestis negras n\u00e3o trabalham apenas em sal\u00e3o&nbsp;<\/strong><br>\u00c9rika Hilton \u2013 Primeira vereadora trans e negra eleita de S\u00e3o Paulo. A mulher mais votada da cidade com 50.508 votos, pelo Psol.<br>Ina\u00ea Leoni \u2013 &nbsp;Mulher trans, negra, baiana de Salvador. &nbsp;Licenciada em Teatro da UFBa, em 2010, come\u00e7ou a estudar canto de modo sistem\u00e1tico.<\/p><p><strong>*Performances artist\u00edticas:<\/strong><\/p><p>Matheuzza (atriz, educadora e pesquisadora nas quest\u00f5es de ra\u00e7a, sexualidade e g\u00eanero); Bagageryer Spilberg (apresentadora, transformista e realizadora de concursos de beleza); as cantoras Doralyce e Josyara; o rapper Hiran, uma das maiores identidades do rap nacional; e&nbsp;Malayka SN, que \u00e9 DJ, visual artist e drag.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>GLOSS\u00c1RIO LGBTQIA+<\/strong><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>Transg\u00eanero &#8211;<\/strong>&nbsp;\u00c9 um conceito abrangente que engloba grupos diversificados de pessoas que t\u00eam em comum a n\u00e3o identifica\u00e7\u00e3o com o g\u00eanero designado no seu nascimento. Esses grupos n\u00e3o s\u00e3o homog\u00eaneos dado que essa n\u00e3o identifica\u00e7\u00e3o se d\u00e1 em graus diferenciados e reflete realidades diferentes. Mais recentemente o termo tamb\u00e9m tem sido utilizado para definir pessoas que est\u00e3o constantemente em tr\u00e2nsito entre os g\u00eaneros.&nbsp;O prefixo trans significa \u201cal\u00e9m de\u201d, \u201catrav\u00e9s de\u201d;<\/p><p><strong>Transformista &#8211;&nbsp;<\/strong>Pessoa que se veste com roupas associadas ao g\u00eanero oposto movida por quest\u00f5es art\u00edsticas;<\/p><p><strong>Pansexual &#8211;<\/strong>&nbsp;Algu\u00e9m que sente atra\u00e7\u00e3o&nbsp;por pessoas de todas as identidades de g\u00eanero. O prefixo \u2018Pan\u2019 significa \u201ctodos\u201d;<\/p><p><strong>G\u00eanero &#8211;<\/strong>&nbsp;O termo g\u00eanero aplica-se aos contextos e \u00e0s reflex\u00f5es em que as din\u00e2micas de rela\u00e7\u00f5es sociais entre homens e mulheres, em sua diversidade, s\u00e3o colocadas como tema. Por meio da afirma\u00e7\u00e3o da diversidade, a categoria g\u00eanero permite a&nbsp;pluralidade, de modo que, al\u00e9m das subcategorias homens e mulheres, seja poss\u00edvel tamb\u00e9m reconhecer e incorporar outras express\u00f5es correlatas, como as travestis, por exemplo. Cabe frisar, portanto, que g\u00eanero n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de mulher ou de homem e n\u00e3o se restringe a um modelo \u00fanico de feminilidade e masculinidade;<\/p><p><strong>G\u00eanero Neutro &#8211;<\/strong>&nbsp;Algu\u00e9m que n\u00e3o se reconhece em um g\u00eanero espec\u00edfico;<\/p><p><strong>Identidade de G\u00eanero &#8211;<\/strong>&nbsp;Maneira de sentir e se apresentar para si e para as demais pessoas na condi\u00e7\u00e3o de homem, mulher, uma mescla de ambos ou nenhum. Nem sempre est\u00e1 de acordo com a genit\u00e1lia da pessoa ou o g\u00eanero atribu\u00eddo a ela ao nascer;<\/p><p><strong>Identidade Sexual &#8211;&nbsp;<\/strong>\u00c9 como cada pessoa se expressa atrav\u00e9s da sua orienta\u00e7\u00e3o sexual, sentimentos ou atitudes em rela\u00e7\u00e3o ao sexo. \u00c9 como a pessoa se percebe sexualmente e vive sua sexualidade;<\/p><p><strong>HSH &#8211;&nbsp;<\/strong>Sigla referente aos homens que mant\u00eam frequentemente ou esporadicamente rela\u00e7\u00f5es sexuais com outros homens, independente de terem identidade homossexual. \u00c9 um termo bastante utilizado no campo da sa\u00fade p\u00fablica&nbsp;porque se refere \u00e0 pr\u00e1tica sexual e n\u00e3o \u00e0 identidade sexual. Da mesma forma, em rela\u00e7\u00e3o a mulheres nessa situa\u00e7\u00e3o, cujo termo correto a ser utilizado \u00e9 mulheres que fazem sexo com mulheres (MSM).<\/p><p>Fonte: Secretaria de Sa\u00fade do Estado da Bahia (Sesab)<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<table class=\"wp-block-table\"><tbody><tr><\/tr><\/tbody><\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vin\u00edcius NascimentoInstagram: @eusouvinino A arte \u00e9 uma ferramenta poderosa. Serve para protesto, entendimento, transforma\u00e7\u00e3o de vida e, principalmente, resist\u00eancia. 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