{"id":22101,"date":"2020-12-03T09:20:17","date_gmt":"2020-12-03T12:20:17","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/?p=22101"},"modified":"2020-12-04T12:47:44","modified_gmt":"2020-12-04T15:47:44","slug":"violencia-e-dificuldades-no-mercado-marcam-a-realidade-das-mulheres-trans","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/violencia-e-dificuldades-no-mercado-marcam-a-realidade-das-mulheres-trans\/","title":{"rendered":"Viol\u00eancia e dificuldades no mercado marcam a realidade das mulheres trans"},"content":{"rendered":"\n<p>Vin\u00edcius Nascimento<br>Instagram: @eusouvinino<\/p>\n\n\n\n<p>A quantidade de portas fechadas na cara de Amanda Silveira, 26, deixaram alguns traumas. Entre eles, o fato dela n\u00e3o mandar fotos para ningu\u00e9m, a n\u00e3o ser por extrema necessidade. Ela topou conversar com o CORREIO desde que nenhuma foto dela fosse veiculada sob hip\u00f3tese alguma na reportagem. Contou que j\u00e1 colocou curr\u00edculo em lojas, mercadinhos, call centers, tentou at\u00e9 trabalho&nbsp;bra\u00e7al&nbsp;em a\u00e7ougues, mas a resposta foi quase sempre a mesma: &#8216;obrigado pelo interesse, mas n\u00e3o vamos te contratar&#8217;. Isso quando havia resposta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Se inscreva nas nossas redes sociais e receba um aviso quando a parada come\u00e7ar:<br>CORREIO:&nbsp;<\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCSbUDnouVlBoCFAA7OUrcqg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><em>Youtube<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,<\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/correio24horas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><em>&nbsp;Facebook<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,&nbsp;<\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/correio24horas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><em>Instagram<\/em><\/strong><\/a><br><strong><em>Me Salte:&nbsp;<\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCtXhzzlHNjFplAr2WhqSx2g\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><em>Youtube<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,&nbsp;<\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/mesalte\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><em>Facebook<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,&nbsp;<\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/me_salte\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><em>Instagram<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Essa \u00e9 a realidade de uma mulher negra e transg\u00eanero&nbsp;no Brasil, pa\u00eds onde 90% da popula\u00e7\u00e3o travesti e transexual tem a prostitui\u00e7\u00e3o como fonte de renda, segundo levantamento da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Travestis e Transexuais (Antra).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o do mercado de trabalho para mulheres trans e negras \u00e9 tema de uma das mesas da&nbsp;19\u00aa Parada do Orgulho LGBTQIA+ da Bahia, que acontece virtualmente no pr\u00f3ximo dia 5 de dezembro (\u200as\u00e1bado), ao vivo, nos canais \u201cMe Salte\u201d e Jornal CORREIO* (Instagram, Facebook e Youtube), a partir das 18h. O debate &#8220;Travestis e Transexuais negras n\u00e3o trabalham s\u00f3 em sal\u00e3o&#8221; ser\u00e1 conduzido&nbsp;pela vereadora eleita da cidade de S\u00e3o Paulo, \u00c9rika Hilton, e pela artista e educadora Ina\u00ea Leoni.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Viol\u00eancia e rejei\u00e7\u00e3o no mercado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p> A ONG Transgender Europe cita que uma das principais causas dos alt\u00edssimos \u00edndices de viol\u00eancia contra pessoas transg\u00eanero&nbsp;\u00e9 justamente a exclus\u00e3o do mercado de trabalho. At\u00e9 o \u00faltimo dia 31 de outubro de 2020, foram 151 assassinatos de pessoas trans no Brasil. N\u00famero superior em 22% \u00e0s 124 mortes violentas registradas em&nbsp;2019 pela Antra. Todas as v\u00edtimas expressavam o g\u00eanero feminino, sejam travestis ou mulheres trans. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn1.cworks.cloud\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2020\/12\/03\/Erika_Hilton_Mais_Trans_Foto_Acervo_Pessoal.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption> <strong>\u00c9rika Hilton (Psol) estar\u00e1 em mesa sobre as mulheres trans <\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A Bahia \u00e9 o terceiro estado com maior n\u00famero de assassinatos de trans e divide&nbsp;a posi\u00e7\u00e3o com o estado vizinho, Minas Gerais. Registrou&nbsp;17 crimes s\u00f3 neste ano. Os dois estados dispararam quando se compara com os n\u00fameros do ano passado. A Bahia pulou de 5 para 17, ou 240% de aumento. Minas saiu de 4 para&nbsp;17, ou 325% de aumento. Em 2020, S\u00e3o Paulo lidera com 21 assassinatos e o Cear\u00e1 aparece na segunda coloca\u00e7\u00e3o, registrando 19.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre a rela\u00e7\u00e3o entre viol\u00eancia e mercado de trabalho, o&nbsp;Relat\u00f3rio da viol\u00eancia homof\u00f3bica no Brasil, publicado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica (SDH), aponta que a transfobia faz com que esse grupo \u201cacabe tendo como \u00fanica op\u00e7\u00e3o de sobreviv\u00eancia a prostitui\u00e7\u00e3o de rua\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A baiana Ariane Senna, 29, ficou conhecida por ser candidata ao cargo de vereadora nas \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es. Primeira psic\u00f3loga&nbsp;trans formada no estado,&nbsp;foi expulsa de casa quando aos&nbsp;13 anos e a \u00fanica alternativa que encontrou para sobreviver foi fazer programas arranjados na orla de Salvador. Nesse per\u00edodo, foi estuprada, assaltada e at\u00e9 atropelada.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>&#8220;Sofremos diversos tipos de viol\u00eancia, que come\u00e7am ainda na inf\u00e2ncia. Muitos jovens trans s\u00e3o colocados para fora ainda na juventude, ficam no relento. A\u00ed ficam duas alternativas: ou a prostitui\u00e7\u00e3o ou a morte. E \u00e9 engra\u00e7ado como as mesmas pessoas que n\u00e3o te aceitam durante o dia est\u00e3o na orla para te procurar durante a noite&#8221;,&nbsp;<\/strong>diz Ariane, que aos 17 anos,&nbsp;revela,&nbsp;chegou a tentar &#8216;burlar&#8217; o sistema e se apresentar como um homem gay em algumas empresas. Mas ela se olhava no espelho e n\u00e3o conseguia se ver e, muito por conta disso, suas experi\u00eancias com carteira assinada n\u00e3o tinham mais de um ano de dura\u00e7\u00e3o.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn2.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/2\/9\/csm_Ariane_Senna_Mais_Trans_Foto_Acervo_Pessoal_fe7009df13.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption> <strong>Ariane Senna \u00e9 psic\u00f3loga e mestranda pela Ufba<\/strong>&nbsp; <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A duras penas,&nbsp; Ariane conta que concluiu o ensino m\u00e9dio. Decidiu que tinha de&nbsp;fazer uma faculdade. Mais um ato de resist\u00eancia que concluiu com direito a um certificado de honra ao m\u00e9rito por ser a melhor aluna da turma. Ela se formou em&nbsp;2016.<\/p>\n\n\n\n<p>Mestranda em Estudos \u00c9tnicos e Africanos pelo Centro de Estudos Afro-Orientais da Universidade Federal da Bahia (CEAO\/UFBA), onde desenvolve sua pesquisa sobre \u201cA Solid\u00e3o da Mulher Trans, Negra e Perif\u00e9rica&#8221;, ela aponta que mulheres trans e negras n\u00e3o s\u00e3o vistas como humanas e que esse processo de solid\u00e3o acontece nas rela\u00e7\u00f5es afetivas, mercado de trabalho e em todos os setores da vida. E&nbsp;tudo isso mata essas mulheres diariamente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Perfei\u00e7\u00e3o contra o preconceito<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ina\u00ea Leoni, que \u00e9 professora da rede municipal de S\u00e3o Francisco do Conde,&nbsp;afirma que a transgenereidade chega antes dela em qualquer espa\u00e7o. E que, por esse fator,&nbsp;sente que precisa ser excelente e perfeita em todos os pontos para conseguir ter oportunidades. Emocionada, ela conta&nbsp;que houve situa\u00e7\u00f5es em que partic\u00edpou&nbsp;de uma roda de conversa sobre homofobia &#8211; e,&nbsp;inicialmente, sentiu que o nome da roda precisava falar de transfobia para contempl\u00e1-la &#8211; e percebeu&nbsp;um tom de deboche quando falava do seu curr\u00edculo de gestora e mediadora cultural, al\u00e9m de arte-educadora.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>&#8220;Falavam num tom de &#8216;nossa, quanta coisa&#8217;, e n\u00e3o \u00e9 tanta coisa. Nem o direito de ter uma trajet\u00f3ria profissional as pessoas trans&nbsp;t\u00eam. Quando eu coloco que sou uma mulher trans negra, parece que esses dois marcadores sociais servem para os outros deslegitimarem a minha trajet\u00f3ria, a minha forma\u00e7\u00e3o. Caso eu consiga qualquer oportunidade, eu tenho que ser a mais perfeita em todos os sentidos&#8221;,<\/strong>&nbsp;afirma&nbsp;Ina\u00ea.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>O sentido de perfei\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 muito pesado para pessoas trans. Ina\u00ea aponta que normalmente a perfei\u00e7\u00e3o \u00e9 um sin\u00f4nimo de compet\u00eancia, mas quando se trata de pessoas transg\u00eanero, a exig\u00eancia \u00e9 que de fato n\u00e3o haja qualquer erro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;As pessoas olham para voc\u00ea e o que v\u00ea s\u00e3o erros. A impress\u00e3o que tenho \u00e9 que o mercado trata n\u00f3s mulheres trans e&nbsp;negras enquanto corpos alien\u00edgenas e por isso n\u00e3o tem interesse em encaixar, em empregar, porque o que temos a oferecer nunca vai ser suficiente&#8221;, completa&nbsp;a professora e artista.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn3.cworks.cloud\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2020\/12\/03\/Millena_Passos_Mais_Trans_Foto_AcervoPessoal.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption> <strong>Millena Passos milita para que as mulheres trans conquistem espa\u00e7o e respeito na sociedade<\/strong> <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Primeira mulher trans do Brasil a prestar servi\u00e7o na&nbsp;Secretaria de Pol\u00edticas para as Mulheres (SPM), Millena Passos afirma que \u00e9 importante discutir o porque de mulheres trans e negras s\u00f3 conseguirem trabalho em \u00e1reas espec\u00edficas, como os sal\u00f5es de beleza, a prostitui\u00e7\u00e3o e, em alguns casos, na \u00e1rea de enfermagem.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>&#8220;J\u00e1 morreu muita trans e travesti&nbsp;no meu colo. Muita gente jovem. Eu tenho fotos do in\u00edcio de minha atua\u00e7\u00e3o no movimento em que sou a \u00fanica viva. Dediquei toda a minha atua\u00e7\u00e3o longe das redes sociais, nas ruas, e sonho em ver um mundo em que n\u00f3s, pessoas TT (Travestis e Transexuais) n\u00e3o seremos julgadas por nossa apar\u00eancia ou por nossa sexualidade&#8221;<\/strong>, deseja Millena.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Para ela, uma mudan\u00e7a de mentalidade e de realidade para&nbsp;as mulheres trans negras passa por um entendimento de que elas fazem parte da maioria. Num mundo em que as mulheres, as pessoas pretas e as pessoas trans se unirem e unificarem um discurso nas lutas, &#8220;n\u00e3o ter\u00e1 para ningu\u00e9m&#8221;, acredita. E, dessa maneira, ser\u00e1 poss\u00edvel construir cidades em que pessoas trans ocupem cargos de poder e, a partir disso, puxam outras pessoas para cima &#8211; quebrando problemas hist\u00f3ricos de opress\u00e3o, viol\u00eancia e nega\u00e7\u00e3o de direitos.<\/p>\n\n\n\n<p> O projeto Diversidade tem realiza\u00e7\u00e3o do GGB, produ\u00e7\u00e3o Mar\u00e9 e parceria e cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fado Correio\/Me Salte e Movida; e patroc\u00ednio do Grupo Big e Goethe Institut. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>SERVI\u00c7O:<\/strong><br>19\u00aa Parada do Orgulho LGBTQIA+ da Bahia<br>Quando: 5 de dezembro, s\u00e1bado;<br>Hor\u00e1rio: Das 18h at\u00e9 20h.<br>Onde: ao vivo nos canais \u201cMe Salte\u201d e Jornal CORREIO* (Instagram, Facebook e Youtube);<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PROGRAMA\u00c7\u00c3O COMPLETA:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>Debates:<\/strong><\/p><p>*Mesa 1 \u2013 Bichas pretas<br>Alan Costa \u2013 Formado em Letras Vern\u00e1culas pela UNEB, atua como produtor cultural e art\u00edstico na cena soteropolitana.<br>Ismael Carvalho \u2013 Criador de conte\u00fado digital, cofundador e diretor de cria\u00e7\u00e3o da Preta Ag\u00eancia de Comunica\u00e7\u00e3o.<\/p><p>*Mesa 2 \u2013 Negras, l\u00e9sbicas e masculinizadas&nbsp;<br>Jandira Mawus\u00ed \u2013 Pedagoga pela UNEB, idealizadora do Coletivo Mer\u00ea, \u00e9 uma das representantes da Caminhada Contra o \u00d3dio e o Racismo Religioso que acontece h\u00e1 mais de 15 anos em Salvador.<br>Bruna Bastos \u2013 Integrante do grupo de pesquisas Rasuras UFBA, pesquisa e estuda Letramentos de Reexist\u00eancia produzidos por l\u00e9sbicas negras. \u00c9 idealizadora da p\u00e1gina @sapatonaaentendida onde dialoga sobre lesbianidade e Afroperspectiva.<\/p><p>*Mesa 3 \u2013 Transexuais e travestis negras n\u00e3o trabalham apenas em sal\u00e3o&nbsp;<br>\u00c9rika Hilton \u2013 Primeira vereadora trans e negra eleita de S\u00e3o Paulo. A mulher mais votada da cidade com 50.508 votos, pelo Psol.<br>Ina\u00ea Leoni \u2013 &nbsp;Mulher trans, negra, baiana de Salvador. &nbsp;Licenciada em Teatro da UFBa, em 2010, come\u00e7ou a estudar canto de modo sistem\u00e1tico.<\/p><p><strong>*Performances artist\u00edticas:<\/strong><\/p><p>Matheuzza (atriz, educadora e pesquisadora nas quest\u00f5es de ra\u00e7a, sexualidade e g\u00eanero); Bagageryer Spilberg (apresentadora, transformista e realizadora de concursos de beleza); as cantoras Doralyce e Josyara; o rapper Hiran, uma das maiores identidades do rap nacional; e Malayka SN, que \u00e9 DJ, visual artist e drag.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>*Gloss\u00e1rio LGBTQIA+<\/strong><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>L\u00e9sbicas \u2013&nbsp;<\/strong>&nbsp;Mulheres que sentem atra\u00e7\u00e3o afetiva\/sexual por outras mulheres;&nbsp;<\/p><p><strong>Gays \u2013&nbsp;<\/strong>&nbsp;Homens que sentem atra\u00e7\u00e3o afetiva\/sexual por &nbsp;outros homens;&nbsp;<\/p><p><strong>Bissexuais \u2013<\/strong>&nbsp;Pessoas que sentem atra\u00e7\u00e3o afetivo\/sexual por homens e mulheres;&nbsp;<\/p><p><strong>Travestis, Transexuais e Transg\u00eaneros \u2013<\/strong>&nbsp;&nbsp;N\u00e3o se relaciona com a orienta\u00e7\u00e3o sexual, mas &nbsp; identidade de g\u00eanero. Corresponde \u00e0s pessoas que n\u00e3o se identificam com o g\u00eanero atribu\u00eddo em seu nascimento;&nbsp;<\/p><p><strong>Queer \u2013&nbsp;<\/strong>Pessoas que n\u00e3o se identificam com os padr\u00f5es cis e heteronormativos;<\/p><p><strong>Intersexo \u2013&nbsp;<\/strong>&nbsp;Pessoas cujas combina\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas e desenvolvimento corporal \u2013 cromossomos, genitais, horm\u00f4nios, etc. \u2013 n\u00e3o se enquadram na norma bin\u00e1ria (masculino ou feminino);&nbsp;<\/p><p><strong>Assexuais \u2013<\/strong>&nbsp;Pessoas que n\u00e3o sentem atra\u00e7\u00e3o sexual por outras pessoas;<\/p><p><strong>Interseccionalidade \u2013<\/strong>&nbsp;&nbsp;Estudo da sobreposi\u00e7\u00e3o ou intersec\u00e7\u00e3o de identidades sociais e sistemas relacionados de opress\u00e3o, domina\u00e7\u00e3o ou discrimina\u00e7\u00e3o;<\/p><p><strong>Cisg\u00eanero \u2013&nbsp;<\/strong>Pessoas que se identificam com o g\u00eanero atribu\u00eddo em seu nascimento;<\/p><p>*Fonte da pesquisa: Educa Mais Brasil<\/p><\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vin\u00edcius NascimentoInstagram: @eusouvinino A quantidade de portas fechadas na cara de Amanda Silveira, 26, deixaram alguns traumas. 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