{"id":22095,"date":"2020-12-02T09:24:42","date_gmt":"2020-12-02T12:24:42","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/?p=22095"},"modified":"2020-12-04T12:48:11","modified_gmt":"2020-12-04T15:48:11","slug":"mulheres-lesbicas-precisam-lutar-contra-invisibilidade-racismo-e-hipersexualizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/mulheres-lesbicas-precisam-lutar-contra-invisibilidade-racismo-e-hipersexualizacao\/","title":{"rendered":"Mulheres l\u00e9sbicas precisam lutar contra invisibilidade, racismo e hipersexualiza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>Vin\u00edcius Nascimento<br>Instagram:@eusouvinino<br><\/p>\n\n\n\n<p>Na Revolta dos D\u00e2ndis, os Engenheiros do Hawaii cantavam que se sentiam&nbsp;estrangeiros independente do cen\u00e1rio: &#8216;entre um rosto e um retrato, o real e o abstrato, a loucura e a lucidez, o uniforme e a nudez, o fim do mundo e o fim do m\u00eas&#8217;. Donas de caras, cores e loca\u00e7\u00f5es muito mais pr\u00f3ximas, as mulheres pretas e l\u00e9sbicas da Bahia n\u00e3o s\u00e3o&nbsp;uma banda, mas muitas delas tamb\u00e9m se sentem estrangeiras: entre o racismo e a lesbofobia, a hiperssexualiaza\u00e7\u00e3o e a&nbsp;caricatura.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Se inscreva nas nossas redes sociais e receba um aviso quando a parada come\u00e7ar:<br>CORREIO:&nbsp;<\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCSbUDnouVlBoCFAA7OUrcqg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><em>Youtube<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,<\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/correio24horas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><em>&nbsp;Facebook<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,&nbsp;<\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/correio24horas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><em>Instagram<\/em><\/strong><\/a><br><strong><em>Me Salte:&nbsp;<\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCtXhzzlHNjFplAr2WhqSx2g\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><em>Youtube<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,&nbsp;<\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/mesalte\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><em>Facebook<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,&nbsp;<\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/me_salte\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><em>Instagram<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>No baba, na tatuagem, sem vestido e de bermud\u00e3o. Ser mulher l\u00e9sbica &#8216;masculinizada&#8217; \u00e9 conviver com as dores do racismo e da lesbofobia juntas. As viv\u00eancias dessas mulheres que s\u00e3o discriminadas inclusive no pr\u00f3prio movimento LGBTQIA+ ser\u00e1 tema do debate&nbsp;&#8220;Negras, l\u00e9sbicas e masculinizadas&#8221;, uma das mesas&nbsp;da Parada LGBTQIA+ da Bahia 2020. A&nbsp;19\u00aa edi\u00e7\u00e3o vai discutir o&nbsp;&#8216;Racismo na comunidade LGBTQIA+&#8217; e ser\u00e1 virtual. O evento acontece em 5 de dezembro, \u00e0s 18h, com transmiss\u00e3o pelas redes sociais do CORREIO e do Me Salte.<\/p>\n\n\n\n<p>A mesa ser\u00e1 composta pela ativista Bruna Bastos e pela pedagoga Janda Mawus\u00ed. Pesquisadora de Lesbianidades, Interseccionalidades e Feminismos no N\u00facleo de Pesquisa e Extens\u00e3o em Cultura e Sexualidade da Universidade Federal da Bahia (Nucus\/Ufba), Janda afirma que a chamada masculiniza\u00e7\u00e3o surge por diversos fatores, como o gosto de mulheres em vestir as ditas &#8216;roupas de homem&#8217; (bermudas, camisetas, cal\u00e7as e afins), ou, como foi por um tempo na vida dela, para&nbsp;esconder os&nbsp;pr\u00f3prios corpos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Se inscreva nas nossas redes e receba&nbsp;aviso quando a parada come\u00e7ar:<br>Correio:&nbsp;<\/em><\/strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCSbUDnouVlBoCFAA7OUrcqg\" target=\"_blank\"><strong><em>Youtube<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,<\/em><\/strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/correio24horas\" target=\"_blank\"><strong><em>&nbsp;Facebook<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,&nbsp;<\/em><\/strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/correio24horas\/\" target=\"_blank\"><strong><em>Instagram<\/em><\/strong><\/a><br><strong><em>Me Salte:&nbsp;<\/em><\/strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCtXhzzlHNjFplAr2WhqSx2g\" target=\"_blank\"><strong><em>Youtube<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,&nbsp;<\/em><\/strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/mesalte\/\" target=\"_blank\"><strong><em>Facebook<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,&nbsp;<\/em><\/strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/me_salte\/\" target=\"_blank\"><strong><em>Instagram<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Nesse processo de ser masculinizada, temos muita dificuldade e medo de se aceitar, medo de ser reprovada pela sociedade. Sempre vesti moletom, escondendo meu corpo. Minha primeira namorada perguntava porque eu usava essas roupas mesmo no calor e foi me colocando para observar meu corpo. Assim, percebi que queria me esconder de alguma coisa&#8221;, conta&nbsp;a pedagoga.<\/p>\n\n\n\n<p>Janda aponta que precisou sair do seu bairro, em Cosme de Farias, para come\u00e7ar a se reconhecer com uma mulher negra e l\u00e9sbica. Um processo doloroso, mas transformador. &#8220;Quando me reconheci como negra e l\u00e9sbica, as lutas deixaram de ser contra mim. Passaram a ser contra a sociedade&#8221;, acrescenta.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn3.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/e\/e\/csm_Janda_NeresFotografa_85dd27e82e.jpeg\" alt=\"\"\/><figcaption> J<strong>anda ser\u00e1 uma das participantes da Parada LGBTQIA+ transmitida pelo CORREIO e Blog Me Salte&nbsp;<\/strong>(Foto: Vilma Neres\/Divulga\u00e7\u00e3o) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O pr\u00f3prio termo &#8216;masculinizada&#8217; \u00e9 motivo de debate. Integrante do grupo de pesquisa Rasura, da Ufba, Bruna Bastos afirma que discorda do conceito te\u00f3rico dessa palavra, que, de alguma forma, quer dizer que essas mulheres s\u00e3o menos mulheres por se vestir com roupas que fogem ao padr\u00e3o de feminilidade. Ao mesmo tempo, ela pondera que o voc\u00e1bulo comunica bem o que significa e que a partir dessa ideia \u00e9 poss\u00edvel come\u00e7ar a se discutir outras feminilidades que n\u00e3o o padr\u00e3o habitual, com saias, vestidos, saltos e maquiagens.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>&#8220;N\u00f3s n\u00e3o somos menos mulher por conta da roupa&#8221;<\/strong>, afirma a ativista.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>N\u00e3o s\u00e3o apenas as mulheres &#8216;masculinizadas&#8217; que&nbsp;sofrem com a lesbofobia. Mesmo recebendo olhares de desaprova\u00e7\u00e3o diferente, as mulheres estereotipadas como femininas tamb\u00e9m sentem o preconceito. Al\u00e9m disso, um outro problema \u00e9 recorrente em suas vidas, dentro e fora do movimento LGBTQIA+,&nbsp;a hiperssexualiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn1.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/7\/a\/csm_Bruna_Bastos_Foto_Divulgacao_MAIS_LGBT_Negras_e_Lesbicas2_387f9059e9.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption> <strong>Bruna Bastos pondera que o termo masculinizadas ajuda a abrir a discuss\u00e3o para express\u00f5es do feminino que fogem do padr\u00e3o&nbsp;<\/strong>(Foto: Divulga\u00e7\u00e3o) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>As estudantes Lara Ferraz e Thain\u00e1 Sousa s\u00e3o namoradas e enfrentam situa\u00e7\u00f5es di\u00e1rias. Os problemas s\u00e3o tantos que quando n\u00e3o est\u00e3o muito dispostas a lidar com o preconceito na rua, evitam o afeto em locais p\u00fablicos.<\/p>\n\n\n\n<p>Lara entende que apesar do discurso de que os preconceitos que atravessam sua vida, como racismo, machismo e lesbofobia, tiveram queda ou come\u00e7aram a reduzir, na verdade o que aconteceu foi uma adapta\u00e7\u00e3o desses preconceitos para formas mais sutis, mas n\u00e3o menos crueis:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>&#8220;O preconceito direto \u00e9 cada vez menor, mas o racismo em si est\u00e1 em outros setores, sociais: na academia, nas quest\u00f5es de emprego. Ver duas mulheres na rua trocando car\u00edcias traz olhares, que s\u00e3o pesados e te deixam desconfort\u00e1vel&#8221;,<\/strong>&nbsp;afirma Lara.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Bissexual, Thain\u00e1 Sousa afirma que ser LGBTQIA+ e enfrentar dificuldades para viver naturalmente uma rela\u00e7\u00e3o homoafetiva \u00e9 redundante. A jovem diz que j\u00e1 ouviu coisas absurdas, inclusive de uma amiga l\u00e9sbica apontando que nunca namoraria uma&nbsp;bissexual por n\u00e3o ter certeza de que seria tra\u00edda e que nunca beijaria a boca de algu\u00e9m que j\u00e1 beijou um homem.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Fora as piadas de tom maldoso, que geralmente andam de m\u00e3os dadas com o &#8216;voc\u00ea tem mais op\u00e7\u00e3o pra beijar nessa festa, hein?!&#8217; e os constantes convites para um sexo a tr\u00eas&#8221;, revela.<\/p>\n\n\n\n<p>Perguntada sobre como&nbsp;seria um mundo justo no seu ponto de vista, ela deseja&nbsp;um lugar onde&nbsp;cada um toma conta da pr\u00f3pria&nbsp;vida e n\u00e3o se tem a necessidade quase vital para alguns&nbsp;de interferir na vida dos outros. Cada um olhando um pouco mais pra si sobra menos tempo para julgar e se importar com a vida do outro.<\/p>\n\n\n\n<p> O projeto Diversidade tem realiza\u00e7\u00e3o do GGB, produ\u00e7\u00e3o Mar\u00e9 e parceria e cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fado Correio\/Me Salte e Movida; e patroc\u00ednio do Grupo Big e Goethe Institut. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>SERVI\u00c7O:<\/strong><br>19\u00aa Parada do Orgulho LGBTQIA+ da Bahia<br>Quando: 5 de dezembro, s\u00e1bado;<br>Hor\u00e1rio: Das 18h at\u00e9 20h.<br>Onde: ao vivo nos canais \u201cMe Salte\u201d e Jornal CORREIO* (Instagram, Facebook e Youtube);<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PROGRAMA\u00c7\u00c3O COMPLETA:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>Debates:<\/strong><\/p><p><strong>*Mesa 1 \u2013 Bichas pretas<\/strong><br>Alan Costa \u2013 Formado em Letras Vern\u00e1culas pela UNEB, atua como produtor cultural e art\u00edstico na cena soteropolitana.<br>Ismael Carvalho \u2013 Criador de conte\u00fado digital, cofundador e diretor de cria\u00e7\u00e3o da Preta Ag\u00eancia de Comunica\u00e7\u00e3o.<\/p><p><strong>*Mesa 2 \u2013 Negras, l\u00e9sbicas e masculinizadas&nbsp;<\/strong><br>Jandira Mawus\u00ed \u2013 Pedagoga pela UNEB, idealizadora do Coletivo Mer\u00ea, \u00e9 uma das representantes da Caminhada Contra o \u00d3dio e o Racismo Religioso que acontece h\u00e1 mais de 15 anos em Salvador.<br>Bruna Bastos \u2013 Integrante do grupo de pesquisas Rasuras UFBA, pesquisa e estuda Letramentos de Reexist\u00eancia produzidos por l\u00e9sbicas negras. \u00c9 idealizadora da p\u00e1gina @sapatonaaentendida onde dialoga sobre lesbianidade e Afroperspectiva.<\/p><p><strong>*Mesa 3 \u2013 Transexuais e travestis negras n\u00e3o trabalham apenas em sal\u00e3o&nbsp;<\/strong><br>\u00c9rika Hilton \u2013 Primeira vereadora trans e negra eleita de S\u00e3o Paulo. A mulher mais votada da cidade com 50.508 votos, pelo Psol.<br>Ina\u00ea Leoni \u2013 &nbsp;Mulher trans, negra, baiana de Salvador. &nbsp;Licenciada em Teatro da UFBa, em 2010, come\u00e7ou a estudar canto de modo sistem\u00e1tico.<\/p><p><strong>*Performances artist\u00edticas:<\/strong><\/p><p>Matheuzza (atriz, educadora e pesquisadora nas quest\u00f5es de ra\u00e7a, sexualidade e g\u00eanero); Bagageryer Spilberg (apresentadora, transformista e realizadora de concursos de beleza); as cantoras Doralyce e Josyara; o rapper Hiran, uma das maiores identidades do rap nacional; e&nbsp;Malayka SN, que \u00e9 DJ, visual artist e drag.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>*Gloss\u00e1rio LGBTQIA+<\/strong><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>L\u00e9sbicas \u2013 &nbsp;<\/strong>Mulheres que sentem atra\u00e7\u00e3o afetiva\/sexual por outras mulheres;&nbsp;<br><strong>Gays \u2013&nbsp;<\/strong>&nbsp;Homens que sentem atra\u00e7\u00e3o afetiva\/sexual por &nbsp;outros homens;&nbsp;<br><strong>Bissexuais \u2013&nbsp;<\/strong>Pessoas que sentem atra\u00e7\u00e3o afetivo\/sexual por homens e mulheres;&nbsp;<br><strong>Travestis, Transexuais e Transg\u00eaneros \u2013&nbsp;<\/strong>&nbsp;N\u00e3o se relaciona com a orienta\u00e7\u00e3o sexual, mas &nbsp; identidade de g\u00eanero. Corresponde \u00e0s pessoas que n\u00e3o se identificam com o g\u00eanero atribu\u00eddo em seu nascimento;&nbsp;<br><strong>Queer \u2013&nbsp;<\/strong>Pessoas que n\u00e3o se identificam com os padr\u00f5es cis e heteronormativos;<br><strong>Intersexo \u2013&nbsp;<\/strong>&nbsp;Pessoas cujas combina\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas e desenvolvimento corporal \u2013 cromossomos, genitais, horm\u00f4nios, etc. \u2013 n\u00e3o se enquadram na norma bin\u00e1ria (masculino ou feminino);&nbsp;<br><strong>Assexuais \u2013&nbsp;<\/strong>Pessoas que n\u00e3o sentem atra\u00e7\u00e3o sexual por outras pessoas;<br><strong>Interseccionalidade \u2013<\/strong>&nbsp;&nbsp; Estudo da sobreposi\u00e7\u00e3o ou intersec\u00e7\u00e3o de identidades sociais e sistemas relacionados de opress\u00e3o, domina\u00e7\u00e3o ou discrimina\u00e7\u00e3o;<br><strong>Cisg\u00eanero \u2013<\/strong>&nbsp;Pessoas que se identificam com o g\u00eanero atribu\u00eddo em seu nascimento;<\/p><p><em>*Fonte da pesquisa: Educa Mais Brasil<\/em><\/p><\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vin\u00edcius NascimentoInstagram:@eusouvinino Na Revolta dos D\u00e2ndis, os Engenheiros do Hawaii cantavam que se sentiam&nbsp;estrangeiros independente do cen\u00e1rio: &#8216;entre um rosto e um retrato, o real e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":22096,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[80,9],"tags":[],"class_list":["post-22095","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-home","category-me-orgulho"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22095","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22095"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22095\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":22118,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22095\/revisions\/22118"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22096"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22095"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22095"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22095"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}