{"id":22061,"date":"2020-11-27T09:56:44","date_gmt":"2020-11-27T12:56:44","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/?p=22061"},"modified":"2020-11-30T16:51:47","modified_gmt":"2020-11-30T19:51:47","slug":"edicao-de-2020-da-parada-lgbtqia-da-bahia-vai-discutir-racismo-e-lgbtfobia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/edicao-de-2020-da-parada-lgbtqia-da-bahia-vai-discutir-racismo-e-lgbtfobia\/","title":{"rendered":"Edi\u00e7\u00e3o de 2020 da Parada LGBTQIA+ da Bahia vai discutir racismo e lgbtqfobia"},"content":{"rendered":"\n<p>Gil Santos<\/p>\n\n\n\n<p>Esse ano n\u00e3o tem trios el\u00e9tricos, desfile de travestis, transexuais , drags queens e performers com figurinos festivos&nbsp; na avenida; nem grupos defendendo o direito ao amor e ao respeito, mas a Parada LGBTQIA+ de Salvador 2020 vai acontecer e j\u00e1 tem data marcada. Por conta da pandemia, o evento ser\u00e1 totalmente virtual, mas nem por isso menos importante. O tema \u00e9 o \u2018Racismo na comunidade LGBTQIA+\u2019, e o encontro ocorrer\u00e1 no dia 5 de dezembro, \u00e0s 18h, pelas redes sociais do CORREIO (@correio24horas) e do Me Salte (@me_salte).<\/p>\n\n\n\n<p>A inten\u00e7\u00e3o da Parada LGBTQIA+ deste ano \u00e9 ir al\u00e9m das discuss\u00f5es isoladas sobre racismo e lgbtfobia, juntando os dois temas e abordando o racismo praticado contra pessoas que j\u00e1 s\u00e3o oprimidas pela sexualidade. O respons\u00e1vel pelos projetos digitais do CORREIO e editor do blog Me Salte, al\u00e9m de curador do evento, Jorge Gauthier, contou que essa viol\u00eancia \u00e9 queixa recorrente dentro da comunidade e que o debate ser\u00e1 realizado por militantes de todas as gera\u00e7\u00f5es.<br><br><strong><em>Se inscreva nas nossas redes sociais e receba um aviso quando a parada come\u00e7ar: <br>Correio: <\/em><\/strong><a rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"Youtube (abre numa nova aba)\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCSbUDnouVlBoCFAA7OUrcqg\" target=\"_blank\"><strong><em>Youtube<\/em><\/strong><\/a><strong><em>,<\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/correio24horas\"><strong><em> Facebook<\/em><\/strong><\/a><strong><em>, <\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/correio24horas\/\"><strong><em>Instagram<\/em><\/strong><\/a><strong><em><br>Me Salte:  <\/em><\/strong><a rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"Youtube (abre numa nova aba)\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCtXhzzlHNjFplAr2WhqSx2g\" target=\"_blank\"><strong><em>Youtube<\/em><\/strong><\/a><strong><em>, <\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/mesalte\/\"><strong><em>Facebook<\/em><\/strong><\/a><strong><em>, <\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/me_salte\/\"><strong><em>Instagram <\/em><\/strong><\/a><br><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA ideia \u00e9 por meio desse programa provocar a reflex\u00e3o e trazer uma inova\u00e7\u00e3o para a Parada. Isso \u00e9 algo que h\u00e1 muito tempo vinha sendo pedido pelo movimento, que a Parada tivesse uma nova identidade, um novo conceito, e por conta disso as mesas foram montadas a partir de um novo olhar\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>Ser\u00e3o duas horas de programa e tr\u00eas mesas de debate (Confira a programa\u00e7\u00e3o abaixo). Elas ser\u00e3o intercaladas por cinco performances de artistas e depoimentos gravados de pessoas que vivem os desafios da sexualidade e da negritude no dia a dia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"667\" src=\"https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/hiran.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-22062\" srcset=\"https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/hiran.jpg 1000w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/hiran-300x200.jpg 300w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/hiran-768x512.jpg 768w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/hiran-219x146.jpg 219w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/hiran-50x33.jpg 50w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/hiran-112x75.jpg 112w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><figcaption>Hiran ser\u00e1 uma das atra\u00e7\u00f5es (Foto: Fernando Young)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>As performances ser\u00e3o da atriz, educadora e pesquisadora sobre ra\u00e7a, sexualidade e g\u00eanero, Matheuzza; da apresentadora, transformista e realizadora de concursos de beleza, Bagageryer Spilberg; das cantoras Doralyce e Josyara; do rapper Hiran, uma das maiores representa\u00e7\u00f5es do rap nacional; e de Malayka SN, que \u00e9 DJ, visual artist e drag. <\/p>\n\n\n\n<p>A dire\u00e7\u00e3o e o roteiro do evento ficaram sob a responsabilidade de Dayse Porto, que destacou a necessidade de aprofundar algumas discuss\u00f5es. \u201cO tema das identidades raciais, da interseccionalidade, da quest\u00e3o racial e da quest\u00e3o LGBTQIA+ \u00e9 muito urgente. Existem duas vertentes, o preconceito que esses grupos sofrem na sociedade como um todo e os racismos praticados dentro da pr\u00f3pria comunidade. Esse debate precisa ser constru\u00eddo e conscientizado em fun\u00e7\u00e3o de uma solidariedade e empatia para que a comunidade seja efetivamente uma comunidade, ou seja, que se fortale\u00e7a para todos e todas\u201d disse.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"563\" height=\"1000\" src=\"https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_BAGA_b7bbe889a7.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-22063\" srcset=\"https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_BAGA_b7bbe889a7.jpg 563w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_BAGA_b7bbe889a7-169x300.jpg 169w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_BAGA_b7bbe889a7-82x146.jpg 82w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_BAGA_b7bbe889a7-28x50.jpg 28w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_BAGA_b7bbe889a7-42x75.jpg 42w\" sizes=\"auto, (max-width: 563px) 100vw, 563px\" \/><figcaption>Bagageryer Spielberg tamb\u00e9m far\u00e1 performance (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Visibilidade&nbsp;<\/strong><br>Quem j\u00e1 foi v\u00edtima de preconceito e discrimina\u00e7\u00e3o sabe os efeitos que isso causa na autoestima e no bem-estar, por isso, especialistas defendem que essas quest\u00f5es precisam ser visibilizadas. O CORREIO \u00e9 o ve\u00edculo oficial de transmiss\u00e3o da Parada LGBTQIA+ de Salvador 2020. A editora-chefe do jornal, Linda Bezerra, conta que a diversidade \u00e9 uma marca do ve\u00edculo. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO CORREIO \u00e9 um jornal de muitas vozes, de todas as vozes. Ent\u00e3o, \u00e9 muito espont\u00e2neo que a gente fa\u00e7a a Parada da Diversidade, porque a diversidade \u00e9 de fato uma bandeira nossa. A gente percebe isso pela nossa reda\u00e7\u00e3o, que \u00e9 muito diversa, o nosso leitor \u00e9 diverso e, portanto, nosso conte\u00fado \u00e9 diverso\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 18 anos essa ser\u00e1 a primeira vez em que a Parada acontecer\u00e1 de forma virtual. O presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB), entidade que realiza o evento, Marcelo Cerqueira, revela que o adiamento para dezembro aconteceu em virtude da pandemia. Ele tamb\u00e9m frisou a import\u00e2ncia do debate.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>\u201cAs paradas s\u00e3o espa\u00e7os importantes de m\u00faltiplas vozes. Atrav\u00e9s das plataformas digitais, pretendemos dar visibilidade a diferentes sujeitos da luta LGBTQIA+, constituindo um espa\u00e7o de escuta de suas quest\u00f5es\u201d,&nbsp;&nbsp;<\/strong>afirma&nbsp;o presidente do GGB.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"945\" height=\"1000\" src=\"https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_ismael_carvalho_9917ea3324.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-22064\" srcset=\"https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_ismael_carvalho_9917ea3324.jpg 945w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_ismael_carvalho_9917ea3324-284x300.jpg 284w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_ismael_carvalho_9917ea3324-768x813.jpg 768w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_ismael_carvalho_9917ea3324-138x146.jpg 138w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_ismael_carvalho_9917ea3324-47x50.jpg 47w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_ismael_carvalho_9917ea3324-71x75.jpg 71w\" sizes=\"auto, (max-width: 945px) 100vw, 945px\" \/><figcaption>Ismael Carvalho participa de mesa com Alan Costa (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A produtora cultural diretora da Mar\u00e9 Produ\u00e7\u00f5es, Fernanda Bezerra, respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o do evento, destacou a import\u00e2ncia de debater o tema e comemorou a primeira edi\u00e7\u00e3o virtual da Parada: \u201cDevido a pandemia da covid-19 e a impossibilidade de ocuparmos as ruas, como aconteceu no \u00faltimo ano, a Parada do Orgulho LGBTQIA+ da Bahia, uma das mais antigas do Brasil, pela primeira vez ocupar\u00e1 o espa\u00e7o virtual. O mais importante \u00e9 n\u00e3o deixarmos de realizar o projeto, para que, em 2021, ele chegue com mais for\u00e7a na sua celebra\u00e7\u00e3o de 20 anos\u201d, contou.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Debate&nbsp;<\/strong><br>Uma das mesas vai debater as atividades de trabalho de transexuais e travestis negras e ter\u00e1 a participa\u00e7\u00e3o de \u00c9rika Hilton (Psol), primeira vereadora trans e negra eleita de S\u00e3o Paulo e a mulher mais votada da cidade, com 50.508 votos. Ina\u00ea Leoni tamb\u00e9m vai participar da discuss\u00e3o. Ela se identifica como mulher trans e travesti. Licenciada em Teatro pela UFBA, resume a ideia do encontro:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO sentido dessa mesa \u00e9 atrav\u00e9s de fatos, de hist\u00f3rias reais, ratificar que pessoas trans e travestis s\u00e3o t\u00e3o qualificadas e t\u00e3o poss\u00edveis de se qualificar quanto qualquer outra pessoa. N\u00e3o desmerecendo nem diminuindo o senso comum, do local da prostitui\u00e7\u00e3o, que \u00e9 um campo leg\u00edtimo, mas colocando que essa n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica possibilidade de trabalho para essas pessoas\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"666\" height=\"999\" src=\"https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_INAE2_6436560e97.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-22065\" srcset=\"https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_INAE2_6436560e97.jpeg 666w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_INAE2_6436560e97-200x300.jpeg 200w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_INAE2_6436560e97-97x146.jpeg 97w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_INAE2_6436560e97-33x50.jpeg 33w, https:\/\/blogs.correio24h.com.br\/mesalte\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/csm_INAE2_6436560e97-50x75.jpeg 50w\" sizes=\"auto, (max-width: 666px) 100vw, 666px\" \/><figcaption>Ina\u00ea Leoni estar\u00e1 em debate com \u00c9rika Hilton (Foto: Divugal\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a travesti e atriz Matheuzza est\u00e1 preparando uma performance especial para o encontro. Ela destaca que o Brasil ainda \u00e9 considerado o pa\u00eds que mais mata pessoas trans e travestis no mundo, e que s\u00e3o importantes espa\u00e7os para debater as quest\u00f5es que envolvem a comunidade e para propor solu\u00e7\u00f5es eficazes para os problemas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO colonialismo no Brasil levou a quest\u00f5es de desigualdade social, viol\u00eancia, falta de recursos, e infraestrutura prec\u00e1ria que atingem diretamente a popula\u00e7\u00e3o negra por conta do racismo, esse projeto que perpetua esse lugar da pobreza e inferioridade social para o povo negro. Ent\u00e3o ter uma Parada LGBTQIA+ em um momento como esse, em que n\u00e3o podemos ir \u00e0 rua, ter essa possibilidade de criar outro canal de di\u00e1logo e discuss\u00e3o e manter viva a ideia e a chama da Parada \u00e9 muito importante\u201d, contou.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 para a pedagoga Jandira Mawus\u00ed, a relev\u00e2ncia do evento est\u00e1 tamb\u00e9m em dar visibilidade para pessoas que normalmente s\u00e3o ignoradas pela sociedade. Ela vai participar da mesa \u2018Mulheres negras, l\u00e9sbicas e masculinizadas\u2019, e defende a necessidade de debater essas quest\u00f5es em sala de aula.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>\u201cA gente tem uma aus\u00eancia dessas imagens, dessas representa\u00e7\u00f5es nos espa\u00e7os sociais e, principalmente, nos espa\u00e7os de poder, pol\u00edticos. Vimos isso agora na campanha eleitoral, onde os partidos n\u00e3o entendem a necessidade de ter representa\u00e7\u00f5es no Legislativo, e a sociedade tamb\u00e9m n\u00e3o. A comunidade n\u00e3o entende, n\u00e3o respeita, invisibiliza, machuca, violenta. Ent\u00e3o, discutir a situa\u00e7\u00e3o da mulher negra, da mulher sapat\u00e3o, da mulher masculinizada, \u00e9 discutir sobre vidas poss\u00edveis\u201d,<\/strong>&nbsp;afirmou.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>O projeto Diversidade tem realiza\u00e7\u00e3o do GGB, produ\u00e7\u00e3o da Mar\u00e9 e parceria e cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fado CORREIO\/Me Salte e Movida; e patroc\u00ednio do Big e Goethe Institut.<\/p>\n\n\n\n<table class=\"wp-block-table\"><tbody><tr><td><\/td><\/tr><tr><td><strong>Jandira Mawus\u00ed estar\u00e1 em mesa com Bruna Bastos<\/strong>&nbsp;(Foto: Divulga\u00e7\u00e3o)<\/td><\/tr><\/tbody><\/table>\n\n\n\n<p><strong>PROGRAMA\u00c7\u00c3O COMPLETA:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>Debates:<\/strong><\/p><p><strong>*Mesa 01 \u2013 Bichas pretas e afeminadas&nbsp;<\/strong><br>Alan Costa \u2013 Formado em Letras Vern\u00e1culas pela UNEB, atua como produtor cultural e art\u00edstico na cena soteropolitana.<br>Ismael Carvalho &#8211; Criador de conte\u00fado digital, cofundador e diretor de cria\u00e7\u00e3o da Preta Ag\u00eancia de Comunica\u00e7\u00e3o.<\/p><p><strong>*Mesa 02 \u2013 Negras, l\u00e9sbicas e masculinizadas&nbsp;<\/strong><br>Jandira Mawus\u00ed \u2013 Pedagoga pela UNEB, idealizadora do Coletivo Mer\u00ea, \u00e9 uma das representantes da Caminhada Contra o \u00d3dio e o Racismo Religioso que acontece h\u00e1 mais de 15 anos em Salvador.<br>Bruna Bastos \u2013 Integrante do grupo de pesquisas Rasuras UFBA, pesquisa e estuda Letramentos de Reexist\u00eancia produzidos por l\u00e9sbicas negras. \u00c9 idealizadora da p\u00e1gina @sapatonaaentendida onde dialoga sobre lesbianidade e Afroperspectiva.<\/p><p><strong>*Mesa 03 \u2013 Transexuais e travestis negras n\u00e3o trabalham apenas em sal\u00e3o&nbsp;<\/strong><br>\u00c9riKa Hilton \u2013 Primeira vereadora trans e negra eleita de S\u00e3o Paulo. A mulher mais votada da cidade com 50.508 votos, pelo Psol.<br>Ina\u00ea Leoni &#8211; &nbsp;Mulher trans, negra, baiana de Salvador. &nbsp;Licenciada em Teatro da UFBa, em 2010, come\u00e7ou a estudar canto de modo sistem\u00e1tico.<\/p><p><strong>*Performances artist\u00edticas:<\/strong><\/p><p>Matheuzza (atriz, educadora e pesquisadora nas quest\u00f5es de ra\u00e7a, sexualidade e g\u00eanero); Bagageryer Spilberg (apresentadora, transformista e realizadora de concursos de beleza); as cantoras Doralyce e Josyara; e o rapper Hiran, uma das maiores identidades do rap nacional.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>*Gloss\u00e1rio LGBTQIA+<\/strong><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>L\u00e9sbicas &#8211; &nbsp;<\/strong>&nbsp;Mulheres que sentem atra\u00e7\u00e3o afetiva\/sexual por outras mulheres;&nbsp;<br><strong>Gays &#8211; &nbsp;<\/strong>&nbsp;Homens que sentem atra\u00e7\u00e3o afetiva\/sexual por &nbsp;outros homens;&nbsp;<br><strong>Bissexuais &#8211; &nbsp;<\/strong>&nbsp;Pessoas que sentem atra\u00e7\u00e3o afetivo\/sexual por homens e mulheres;&nbsp;<br><strong>Travestis, Transexuais e Transg\u00eaneros &#8211;&nbsp;<\/strong>&nbsp;N\u00e3o se relaciona com a orienta\u00e7\u00e3o sexual, mas &nbsp; identidade de g\u00eanero. Corresponde \u00e0s pessoas que n\u00e3o se identificam com o g\u00eanero atribu\u00eddo em seu nascimento;&nbsp;<br><strong>Queer &#8211;&nbsp;<\/strong>Pessoas que n\u00e3o se identificam com os padr\u00f5es cis e heteronormativos;<br><strong>Intersexo &#8211;&nbsp;<\/strong>&nbsp;Pessoas cujas combina\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas e desenvolvimento corporal &#8211; cromossomos, genitais, horm\u00f4nios, etc. &#8211; n\u00e3o se enquadram na norma bin\u00e1ria (masculino ou feminino);&nbsp;<br><strong>Assexuais \u2013<\/strong>&nbsp;Pessoas que n\u00e3o sentem atra\u00e7\u00e3o sexual por outras pessoas;<br><strong>Interseccionalidade &#8211;<\/strong>&nbsp;&nbsp; Estudo da sobreposi\u00e7\u00e3o ou intersec\u00e7\u00e3o de identidades sociais e sistemas relacionados de opress\u00e3o, domina\u00e7\u00e3o ou discrimina\u00e7\u00e3o;<br><strong>Cisg\u00eanero &#8211;<\/strong>&nbsp;Pessoas que se identificam com o g\u00eanero atribu\u00eddo em seu nascimento;<\/p><p>*Fonte da pesquisa: Educa Mais Brasil<\/p><\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gil Santos Esse ano n\u00e3o tem trios el\u00e9tricos, desfile de travestis, transexuais , drags queens e performers com figurinos festivos&nbsp; na avenida; nem grupos defendendo o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":22068,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[80],"tags":[],"class_list":["post-22061","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-home"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22061","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22061"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22061\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":22083,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22061\/revisions\/22083"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22068"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22061"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22061"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correio24horas.com.br\/mesalte\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22061"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}